Maiquel Rosauro
O super salário de R$ 11 mil recebido por um servidor da Câmara de Vereadores, noticiado sexta-feira pelo Jornal A Razão, não é uma exclusividade do Legislativo. Em 2008, a Prefeitura de Santa Maria pagou R$ 4.846.599,58 com as horas extras dos funcionários. O valor é 71% superior ao total pago em 2007, que ficou em R$ 2.827.322,50.
Nos dados apresentados pela Prefeitura, os meses que, percentualmente, mais tiveram acréscimo foram fevereiro e abril. Em fevereiro, o aumento do valor pago com horas extras foi de 151% e em abril o salto foi de 192%.
Conforme o ex-secretário de Comunicação da Prefeitura, Tiago Machado (PT), a grande quantidade de horas extras aconteceram porque 2008 foi um ano atípico. Machado considera que as festividades referentes aos 150 anos do município e a construção de novos prédios seriam as principais causas para os números tão elevados antes do mês do maio, época do aniversário de Santa Maria.
“É natural que tenha havido um acúmulo de horas extras, pois a maioria dos eventos referentes ao sesquicentenário acontecia fora do horário de expediente. Por outro lado, devido à construção de novos prédios da Prefeitura foi preciso aumentar a vigilância e há poucos funcionários neste setor, tivemos que pagar hora extra”, explica o ex-secretário.
A ampliação dos serviços do Executivo, com a intensificação da vigilância no Centro da cidade, por exemplo, é outro motivo apontado para o aumento das contas da Prefeitura. Machado também argumentou que todos os gastos foram planejados, uma vez que a Lei de Responsabilidade Fiscal foi cumprida em sua integridade pelo ex-prefeito Valdeci Oliveira (PT).
Já o atual secretário de Finanças do Executivo, Antonio Carlos de Lemos, em entrevista ao programa Chamada Final, da Rádio Santamariense, criticou o serviço prestado pela administração passada. Segundo ele, o problema seria gerencial. “Acho abusivo ter R$ 405 mil mensais de média de gastos com hora extra no Executivo durante o ano. Não é possível que com o aquela quantidade de cargos de confiança (cc’s) que tinham não pudessem ser melhor aproveitados”.
De acordo com dados do setor de recursos humanos da Prefeitura, a administração anterior dispunha de 333 cc’s. Hoje, há 37 funcionários atuando nesta modalidade, já que o prefeito Cezar Schirmer (PMDB) ainda não teve tempo de escolher e nomear todos os cargos. A previsão durante o governo do peemedebista é dispor de, no máximo, 200 cc’s.
Para limitar os pagamentos extras e reduzir os custos do Executivo em 30%, Lemos revelou que estão sendo detectados os gastos em cada secretaria. Caso encontre novos casos de hora extra, o secretário já sabe exatamente como proceder: “Se ficar comprovado alguma coisa, eu serei o primeiro a abrir uma sindicância”.
è a Administracao pública da nossa cidade senhores!!!
e a administracao publica de nossa cidade senhores!!!
Desta maneira como foi apresentado o gasto com horas extras pelo executivo petista fica muito claro que chove dinheiro em certas secretarias e em outras que realmente precisam,aí não tem!Também só pode,mal administradores,queriam oque?Demais pra alguns e quase nada para os demais,isso é uma disparidade tremenda,não acham senhores novos administradores?
SERA QUE ESTE DINHEIRO QUE ERA INVESTIDO EM HORAS EXTRAS NÃO DARIA PARA MANTER EM BOAS CONDIÇÕES A ESTRADA DE CANABARRO QUE ESTA QUASE INTRAFEGAVEL PARA AUTOMOVEIS? EU FREQUENTAVA BASTANTE AQUELA REGIÃO MAS UTIMAMENTE ESTA DIFICIL PERGUNTEI PARA UM MORADOR DE LA QUAL A ULTIMA VEZ QUE ELES VIRAM UMA PATROLA POR LA NÃO SOUBERAM ME RESPONDER. SERA QUE OS CRITICOS DE CHIRMER PODEM RESPONDER??