
Miniaturas de pontos turísticos expostos em café bistrô no prédio do Icardio, na Floriano. Na foto, três dos artistas: André, Catiuscia e Roberto - Foto Paulo Pires / A Razão
Obras que encantam pela perfeição e beleza. Quem cruzou pela 23ª edição da Feisma em novembro de 2008, não pôde deixar de notar a riqueza de detalhes das réplicas de dois dos símbolos de Santa Maria em tamanho original: o coreto e o chafariz (ambos inaugurados em 1935) da Praça Saldanha Marinho, ambos feitos em resina poliéster e fibra de vidro pelo grupo Arte Pública. Os trabalhos do grupo que está semana encantaram até o prefeito César Schirmer podem ser apreciados ainda em café bistrô, no 2º pavimento do Icardio e na AB Galeria, na Doutor Bozano.
“É um tipo de arte que queremos dar mais destaque na cidade, assim como o artesanato. Além da Casa do Artesão, a intenção é desenvolver propostas para valorizar artistas locais”, destaca o prefeito Schirmer.
No local, além de um delicioso café e almoço o visitante pode conhecer um pouco da história de Santa Maria. Em cantinho de televisão estão expostas várias miniaturas em resina de pontos turísticos da cidade, como o Santuário Basílica da Medianeira, a Locomotiva da Presidente Vargas, a Vila Belga e o Planetário da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Obras podem ser conferidas ainda na área externa de bar na Avenida Fernando Ferrari e na Galeria AB, na Rua Doutor Bozano.
“Sempre gostei de desenhar e criar. Quando garoto fazia espaço naves e robôs”, adianta o o artista plástico André Marcos da Silva Silva, 35 anos.
Ja conheço trabalho dos artistas,tive a oportunidade de ve-los na Feisma. Achei que são pessoas que fazem oque gostam,com amor e profissionalismo.Suas obras tem uma plasticidade muito interessante, com sucesso garantido.
Claudio Rodrigues,Curitiba.
Uma idéia GENIAL, eu diria. Não apenas no sentido das obras de arte em si, que são realmente belas e bem construídas, mas no sentido da afirmação dos valores locais. Seria interessante, eu sugeriria, direcionar-se o foco aos pontos turísticos da cidade mais depredados e promover-se um resgate arquitetônico, apresentando uma fotografia do estado atual do ponto retratado ao lado do modelo desenvolvido numa estética ideal de como deveria encontrar-se. Seria bem polêmico, mas acho que nos levaria a uma reflexão maior sobre este tema. Aliás, esta idéia poderia ser levada a outras cidades e localidades do Brasil e do Exterior, por que não?
Parabéns!
Marcelo Soriano
http://www.soriano.blog.br/neologicas
Em tempo…
Seria interessante ver a Sotéia reconstruída… Hoje em dia, nem sei se ela existe ainda… É uma pena como se deixou ela ficar neste estado de abandono!
Marcelo Soriano
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