
Motos caracterizadas ainda podem ser vistas nos pontos entre outras sem identificação, mas são raras. Foto Germano Rorato/A Razão
Thais Miréa
O futuro dos moto-taxistas da cidade depende de uma decisão do Senado. Se o serviço for regulamentado, cada prefeitura ainda será responsável por permitir a atividade no municÃpio. Favorável ou contrária, o resultado vai terminar com parte do problema existente hoje em diversos municÃpios brasileiros e inclusive de Santa Maria: a clandestinidade. E também vai exigir uma medida hoje inexistente na cidade: a fiscalização.
O próprio Sindicato dos Moto-Taxistas (Sindimoto) estima que existam mil motos de transporte de aluguel em circulação na cidade, mas apenas 20 seguiriam organizados de forma a manter os cuidados de segurança previstos na legislação municipal de 2001 (hoje em suspensão).
Enquanto a categoria torce por regulamentar da profissão, outras entidades como a Associação dos Transportadores Urbanos (ATU) esperam a proibição do serviço. Os dois lados concordam em apenas um ponto: como está não pode ficar. Aprovado ou não pelos senadores, a necessidade de fiscalizar é considerada urgente. Seja para garantir o transporte legal ou para coibir a irregularidade.
Eu só espero que não coloquem empecilhos para o desempenho
da atividade de moto-taxista, dificultando a vida de
milhares de pessoas que querem ganhar seu sustento
honestamente, ainda que enfrentando todas as mazelas de
uma profissão cujo exercÃcio se tornou perigoso em virtude
dos constantes assaltos a que são submetidos.http://jobhim.blogspot.com/