O prefeito de Jaguari João Mário Cristofari (foto), em entrevista coletiva, anunciou a edição do Decreto nº 093/2009, que dispõe sobre medidas de contenção de despesas na administração pública municipal. O decreto veda o uso da frota de veículos do município nos finais de semana e feriados; proibição de horas extras a todo o quadro de servidores, ressalvados os casos expressamente autorizados pelo prefeito municipal. Também ficam suspensos de forma temporária novos investimentos no município; nomeação de servidores efetivos ou Cargos em Comissão; afastamento ou cedência de servidores; concessão de diárias e ajuda de custo; concessão de novas gratificações, de licença para tratar de interesses particulares; pagamento e o gozo de Licença Prêmio; e a concessão de novos auxílios universitários.
Segundo João Mário Cristofari, também haverá controle e racionalização da aquisição e utilização de material de expediente e de informática, devendo a contenção de despesas neste setor atingir pelo menos 20%. “Igualmente haverá um controle rigoroso do uso de linhas telefônicas e inativação de linhas excedentes, e a revisão de todos os convênios celebrados pelo município e imediata suspensão temporárias de subvenções, auxílios e contribuições relativamente àquelas que não consubstanciarem ações essenciais de interesse público”, explicou o prefeito.
Ele anunciou também, que pelo decreto editado, desde a última terça-feira, dia 8, ficou instituído na prefeitura o turno único, compreendido no período das 8h às 14h, no Centro Administrativo Municipal. De acordo com o prefeito, a Secretaria Municipal da Saúde, no entanto, permanecerá com o seu horário de atendimento inalterado, assim como a Secretaria de Obras manterá o horário de 8 horas diárias de trabalho, de segunda a quarta-feira, e na quinta-feira, regime de 6 horas de trabalho ininterruptas, sem atividades nas sextas-feiras, cumprindo assim a devida carga horária, conforme admite o disposto no artigo 55 da Lei Municipal 1.900/91.
O assessor de imprensa, Miguel Monte, informou que as medidas tomadas pelo prefeito João Mário são em decorrência do resultado negativo da crise econômica incidente sobre a receita dos municípios; a necessidade de adequação do município as previsões da Lei Complementar 101/00, especialmente no que toca ao equilíbrio orçamentário-financeiro; o compromisso de manter em dia o pagamento dos fornecedores, servidores municipais e demais obrigações; e a necessidade de manutenção dos serviços básicos prestados pelo município à população.
O prefeito lembrou que tais medidas também foram tomadas em razão da queda de receita do município, decorrente da redução dos repasses do FPM e ICMS. “Ao entendermos que precisávamos aplicar com rigor medidas que venham a favorecer o controle de aplicação dos recursos financeiros do município, adequando-os aos preceitos da Lei Complementar nº 101/2000, é que editamos o decreto”, complementa João Mário.
Até quando nossos governantes não vão atender o público igual ao comércio, sendo que é uma prestação de serviço que eles fazem ao eleitor e não uma obrigação a nós eleitores. Quem vai escolher hora para adoecer, fazer um negócio e ter que retirar um documento na prefeitura, etc. Mas o eleitor sempre fica em ultimo lugar! Se vão trabalhar menos, reduzam os salários também, como querem os sindicatos nacionais, redução da carga horaria trabalhista semanal.
Aos deputados que não querem investigar:
O que é isso, minha gente??? Aqui no Rio Grande do Sul não queremos essa governadora e sua base aliada que não quer investigar e que por isso boicota a CPI da Corrupção. Afinal, quem não deve não teme!!
Por que não comparecem?
Têm medo de quê?
Perderão seus cargos no governo??? Também perderão se não permitirem que a CPI investigue, porque deixarão de ser deputados, pois não receberão mais o voto de quem os elegeu.
A população quer esclarecimentos, transparência e verdade, doa a quem doer!!!
Patricia Silva