Manuela Vasconcellos
As manifestações artísticas e culturais tomaram conta da Cidade Cultura neste final de semana. E nem os insistentes pingos de chuvas puderam atrapalhar a Virada Cultural Santa Maria, que aconteceu no sábado, no Largo da Estação Férrea. Inserida no calendário de comemorações do Mês da Cultura, a ideia foi proporcionar 12 horas sem interrupção de atrações. O início do evento aconteceu pela manhã, ao pé de um dos locais mais tradicionais da cidade, o prédio da Sociedade União dos Caixeiros Viajantes (SUCV).
A Banda do Exército desceu a Avenida Rio Branco ao som de marchas militares fazendo uma espécie de convite aos cidadãos. Mais abaixo, na rótula entre a avenida e a Rua Vale Machado, estava a Banda da Brigada Militar. As duas bandas se dirigiram ao Largo para a realização da abertura oficial do evento. “Nada afastou o nosso entusiasmo de realizar a Virada Cultural em Santa Maria, e a partir de agora, queremos que esta festa marque o calendário cultural da cidade”, disse a secretária municipal de Cultura, Iara Druzian.
Ao longo da Gare, exposições de fotografias, de artes plásticas e de artesanato compunham a paisagem. A artesã Eloísa Abreu sempre expõe nas feiras que acontecem em frente ao Museu de Artes de Santa Maria e, por isso, foi convidada para integrar a Virada Cultural. “Aqui posso comercializar minhas peças e também fazer com que outras pessoas conheçam o meu trabalho”, disse Eloísa, que há mais de três anos faz peças em tecidos à máquina e à mão. (Continua na página