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	<title>ARAZÃO &#187; Abdon Barretto Filho</title>
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	<description>A Razão 76 Anos</description>
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		<title>Poemórias: Santa Maria em versos e traços</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 02:55:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abdon Barretto Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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A importância da preservação da memória  histórica e cultural do povo serve, em primeira instância, para conhecer o que foi  realizado no passado, possibilitando-se a compreensão do presente e aprimorando o planejamento, visando alcançar melhores   dias no futuro. É óbvio que o novo sempre vem.Assim como repetições de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Abdon Barretto Filho</strong>, economista</p>
<p>A importância da preservação da memória  histórica e cultural do povo serve, em primeira instância, para conhecer o que foi  realizado no passado, possibilitando-se a compreensão do presente e aprimorando o planejamento, visando alcançar melhores   dias no futuro. É óbvio que o novo sempre vem.Assim como repetições de situações do passado. Entretanto, salvo melhor juízo, os legados  históricos e culturais devem ser destacados e louvados para que novas gerações possam valorizar nossa terra, nossa gente. Convém salientar que o  legado é aquilo que alguém  transmite ou deixa a outro. È um pouco diferente da herança, aquilo que se herda por testamento ou sucessão, geralmente vinculado ao patrimônio. É um direito dos descendentes. Uma questão legal e jurídica. O legado pode ser  imaterial.Fica registrado nas mentes e corações e podem acompanhar por toda vida. Algumas pessoas conseguem contribuir com idéias, projetos e realizações que se tornam verdadeiros legados para a comunidade, para o povo. Feliz daquele que deixa um legado e ajuda a construir a felicidade de alguém. Recentemente, Santa Maria, cidade “coração do Rio Grande do Sul” recebe um legado, através do livro: Poemórias &#8211; Santa Maria em  versos e traços. </p>
<p>(Humberto Gabbi Zanatta/Antonio Isaia). A   iniciativa dos patronos  da Feira do Livro de Santa Maria  e da Feira do Livro Infantil, em 2009, o jornalista e escritor Humberto Gabbi Zanatta e do desenhista e produtor visual, Jorge Ubyratã da Silva Lopes ( Byrata), respectivamente, vem preencher uma lacuna unindo as artes da poesia e do desenho numa publicação que deverá ficar na história de Santa Maria. Convém salientar que a  coleção de  desenhos na técnica de nanquim, bico-de-pena, realizada pelo pesquisador , historiador, escritor e desenhista Antonio Isaia ( 11/10/1918 a 04/07/2008) sobre Santa Maria Antiga encanta pela beleza e simplicidade.As imagens apresentadas formam um roteiro cultural e turístico (Turismo também é Cultura) pela cidade do passado. Suas principais ruas, avenidas e praças, assim como  o patrimônio  arquitetônico, foram desenhados com a competência e a sensibilidade de um artista que teve como base uma série de vivências  ainda na sua infância quando acompanhava seu pai, imigrante italiano e fotógrafo profissional. O professor, jornalista, escritor e advogado Humberto Zanatta criou, de forma inédita, belas  poesias inspiradas nos desenhos. É uma leitura que emociona e, com certeza,poderá transformar-se em uma bela recordação para todos que gostam da cidade. O projeto  e a arte final do produtor gráfico Jorge Ubyratã da Silva Lopes, completa a obra literária com esmero e qualidade. É um verdadeiro  legado cultural. São reflexões. Podem ser úteis. Pensem nisso.</p>
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		<title>Bacharelado em Turismo da Unifra completa 10 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 02:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abdon Barretto Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Abdon Barretto Filho, Economista
No dia 22 de abril, o Curso de Bacharelado em Turismo da Unifra – Centro Universitário Franciscano de  Santa Maria completa dez anos  com excelentes serviços, contribuindo para ao desenvolvimento do  Turismo, principalmente para Santa Maria e Região. A visão empreendedora da importante instituição de ensino superior da região [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Abdon Barretto Filho</strong>, Economista</p>
<p>No dia 22 de abril, o Curso de Bacharelado em Turismo da Unifra – Centro Universitário Franciscano de  Santa Maria completa dez anos  com excelentes serviços, contribuindo para ao desenvolvimento do  Turismo, principalmente para Santa Maria e Região. A visão empreendedora da importante instituição de ensino superior da região central gaúcha veio atender os anseios da comunidade oferecendo o Curso  considerado um dos mais importantes e qualificados do país. Com uma infraestrutura de primeiro mundo, a Direção, as equipes  técnicas pedagógicas, os coordenadores e os professores não medem esforços para que os acadêmicos possam ter acesso aos ensinamentos e pesquisas dessa importante área do saber humano.Convém salientar que o fenômeno turístico tem sido considerado de grande valia para aproximar povos e desenvolver comunidades, através de planejamento e ações objetivando a sustentabilidade O Turismo vem contribuindo para que a sensibilidade ecológica seja promovida e praticada. As questões ambientais, sociais, culturais e econômicas são incluídas nas pesquisas, nos debates, nos seminários, nos diagnósticos e prognósticos, apresentando-se propostas para Políticas Públicas, Programas, Planos, Projetos e ações organizacionais durante todo o Curso. Dessa forma, o Curso  tem formado Planejadores e Gestores de Turismo que já ocupam posições de destaques no cenário turístico nacional e internacional.Dezenas de bacharéis em Turismo estão participando de projetos e participando de equipes em organizações turísticas públicas e privadas, na cidade, no Estado, no Brasil e no exterior. O juramento prestado durante a colação de grau do Turismólogo demonstra a intenção de contribuir para a melhoria da qualidade de vida do planeta. Na cerimônia, fazem os seguinte juramento: “Prometo, como Bacharel em Turismo, dedicar-me à pesquisa e ao desenvolvimento sustentável do Turismo; empenhar-me pelo engrandecimento do fenômeno turístico no Brasil e no mundo;  preservar o Turismo como instrumento de paz, bem-estar e entendimento entre os povos e zelar pelos valores éticos da profissão”. Os Turismólogos estão  sendo requisitados para  participarem de equipes multidisciplinares na cadeia produtiva do Turismo, onde as organizações mais destacadas são os órgãos oficiais de Turismo, as agências de viagens, os transportadores, os meios de hospedagens, organizadores de eventos, restaurantes, entre outros, devidos aos ensinamentos adquiridos durante os estudos adequados para um profissional do século XXI. Um grande destaque para o Turismólogo é a  busca da harmonia e o respeito às individualidades e  as diferenças identificadas durante os atos do acolhimento e da hospitalidade. Outro destaque, é  a compreensão do mercado turístico para que possam contribuir nas melhorias contínuas das relações  entre o turista e o cidadão do núcleo receptor.O Turismólogo ao contribuir na preparação da recepção aos visitantes está contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da própria comunidade. Os aspectos como infra-estrutura, incluindo os acessos para os meios de transporte, a limpeza urbana,  a saúde pública, a segurança pública, a distribuição de renda, os investimentos, a educação, a cultura, o entretenimento, o lazer, entre outros, são fundamentais para que os destinos turísticos possam atrair visitantes e melhorar sensivelmente a auto-estima do morador, do contribuinte, do eleitor. Quando uma cidade é boa para morar,  ela é capaz de atrair visitante.Parabéns para todos envolvidos direta e indiretamente na conquista e na manutenção do Curso de Bacharelado da Unifra  sejam no passado, no presente e no futuro. São reflexões. Podem ser úteis. Pensem nisso.</p>
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		<title>Sugestão para completar um concerto</title>
		<link>http://www.arazao.com.br/2009/04/14/sugestao-para-completar-um-concerto/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 03:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abdon Barretto Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Abdon Barretto Filho
Economista
Recentemente, recebi um texto de autor desconhecido que bem representa observações sobre assuntos que não se tem conhecimento. É uma alerta para alguma  pessoa que, por ignorância sobre um tema, acredita estar contribuindo para resolver um problema e emite opinião indevida, como o personagem da narrativa a seguir:
Um empreendedor ganhou um convite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Abdon Barretto Filho<br />
Economista</strong></p>
<p>Recentemente, recebi um texto de autor desconhecido que bem representa observações sobre assuntos que não se tem conhecimento. É uma alerta para alguma  pessoa que, por ignorância sobre um tema, acredita estar contribuindo para resolver um problema e emite opinião indevida, como o personagem da narrativa a seguir:</p>
<p>Um empreendedor ganhou um convite para assistir o  “ Concerto da Sinfonia Inacabada  de Schubert” ( O  Franz Peter Schubert, foi um dos grandes compositores clássicos – 31/01/ 1797 a 19/11/1828) . Como estaria impossibilitado de comparecer, o empreendedor  passou o convite para o Gerente da sua organização por acreditar que ele estaria preparado para ouvir e valorizar apresentações artísticas e culturais. Na manhã seguinte, o empreendedor perguntou se ele  tinha gostado do espetáculo e, ao invés de comentários, recebeu posteriormente a seguinte mensagem eletrônica: 1a.) Por um bom período considerável de tempo, os músicos não tinham nada a fazer. A orquestra deveria ser reduzida e o trabalho redistribuído pelos músicos, evitando-se  picos de inatividade; 2a)Todos doze violinos tocavam notas idênticas. Isso parece ser uma duplicidade desnecessária de esforços e o contingente dessa seção deveria ser drasticamente cortado. Se um alto  volume de som é requerido, isso poderia ser obtido através do uso de um amplificador; 3a) Muito esforço foi envolvido em tocar semitons. Isso parece ser um preciosismo desnecessário e seria recomendável que todas notas fossem arredondadas para o tom mais próximo, preferencialmente abaixo. Se  isso fosse realizado, poder-se-ia utilizar estagiários em vez de profissionais; 4a) Não havia utilidade prática em repetir com os metais a mesma passagem já tocada pelos instrumentos de cordas. Se toda essa redundância fosse eliminada, o Concerto poderia ser reduzido de duas horas para apenas 20 minutos; 5a) Sumarizando as observações anteriores, pode-se concluir que se o famoso compositor Schubert tivesse dado mais atenção a esses pontos tivesse  tempo de acabar sua sinfonia.</p>
<p>Em primeira instância, salvo melhor juízo, as experiências com  novas informações diferentes daquelas comuns ao seu ambiente social e profissional podem gerar equívocos nas análises. Para alguns, são óbvias. Para outros, são incompreensíveis.É óbvio que a informação, a educação, a cultura, o convívio social, permitem novas percepções sobre as diferenças nas  artes, nas ciências, nas políticas, nas  economias e o papel de cada um numa “aldeia global” repleta de concertos e consertos não terminados. Será ? Respeitam-se todas opiniões contrárias. São reflexões. Podem ser úteis. Pensem nisso.</p>
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		<title>Para atender a nova classe média no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 11:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abdon Barretto Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Abdon Barretto Filho, Economista 
Grandes mudanças surgiram no mercado de bens e/ou serviços brasileiros depois da estabilização econômica iniciada pelo Governo FHC e continuada pelo Governo Lula. Salvo melhor juízo, o grande destaque está no surgimento de  uma nova classe média que também teve influência da expansão da Economia global. Um grande segmento populacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Abdon Barretto Filho</strong>, Economista </p>
<p>Grandes mudanças surgiram no mercado de bens e/ou serviços brasileiros depois da estabilização econômica iniciada pelo Governo FHC e continuada pelo Governo Lula. Salvo melhor juízo, o grande destaque está no surgimento de  uma nova classe média que também teve influência da expansão da Economia global. Um grande segmento populacional brasileiro está seguindo  as tendências de outros países emergentes semelhantes à  China e à Índia. Convém salientar, que existe uma equação econômica que pode ajudar na compreensão do fenômeno: Renda = Consumo + Poupança. É óbvio para quem tem carência de quase tudo, toda renda está direcionada para satisfazer suas necessidade e seus desejos. Logo, a grande explosão de consumo surgida no país é compreensível. A nova   classe média emergente entrou no mercado mudando  completamente a oferta de bens e /ou serviços.O consumo por papel higiênico, pasta dental, carne de frango foi evoluindo para a possibilidade de ter cartão de crédito e de crédito fácil para comprar  telefone celular, móveis, televisores, entre outros eletrodomésticos. O consumo do carro popular também foi influenciado. Tudo ia a mil maravilhas até a chegada da crise mundial originada nos Estados Unidos da América do Norte ( E.U.A.) com o fim da bolha imobiliária, em setembro de 2008.Convém salientar que quando foi identificada a grande insolvência de mutuários que adquiriram imóveis e não tinham condições  de honrarem as suas hipotecas, os “papéis” das financeiras e bancos  vinculados ao segmento foram impactados, gerando uma crise de credibilidade e de insolvência em todo o planeta. Atualmente, observa-se que  a globalização também causa problemas para todas economias do mundo. No caso do nível de consumo da população brasileira os resultados estão sendo visíveis e espera-se que a decisão de consumo e de poupar seja mais racionais.É natural que os menos informados acreditam que a crise mundial continua sendo “ uma marolinha “ e/ou que  apenas atinge “alguns “ países.Na realidade, para muitos a crise está acabando e a Economia mundial tem muito que aprender com seus resultados. No caso do mercado brasileiro, a busca da eficiência e da eficácia dos empreendedores  são exigidas. A revisão de posicionamento perante o mercado é indispensável. Nada será como antes. Uma grande constatação  é que a Classe “ C” está forte e influenciando  todos os segmentos,inclusive as Classes “A” e “ B” que dominavam os consumos de bens e/ou serviços e que hoje representam aproximadamente 15 %, mas,são maiores  poupadores. Isto é constatado com os bens e/ou serviços de preços baixos e com as margens de lucratividades baixas. Entretanto, como sempre, ficam as opções para quem está disputando o mercado: Qual o bem e/ou serviço que produzo e qual que devo  produzir ? Qual o perfil do meu cliente ? É rentável minha relação com o consumidor atual ? Produzir para quem ? Quais as dimensões dos mercados onde estou atuando?Quais os resultados esperados ? Algumas perguntas podem ser aplicadas nos segmentos de alimentos e bebidas até ao consumo do Tempo Livre, incluindo o Lazer e o Turismo ( receptivo ou emissivo). São reflexões.Podem ser úteis. Pensem nisso.</p>
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		<title>Criatividade, inovação e empreendedorismo</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 05:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abdon Barretto Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Abdon Barretto Filho
Em primeira instância, salvo melhor juízo, o pode-se afirmar que a criatividade
gera a invenção que ao somar-se à  usabilidade gera a inovação.  Atualmente, os maiores responsáveis em tornar nossos produtos – bens e/ou serviços – obsoletos somos nós mesmos. De uma maneira geral, deve-se fazer isso antes que a organização concorrente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Abdon Barretto Filho</strong></p>
<p>Em primeira instância, salvo melhor juízo, o pode-se afirmar que a criatividade<br />
gera a invenção que ao somar-se à  usabilidade gera a inovação.  Atualmente, os maiores responsáveis em tornar nossos produtos – bens e/ou serviços – obsoletos somos nós mesmos. De uma maneira geral, deve-se fazer isso antes que a organização concorrente o faça.Ou, na condição de consumidor queremos sempre mais e mais, lembrando que temos necessidades ilimitadas.  Com a globalização da economia, desregulamentações no mercado, avanços tecnológicos pode-se conhecer produtos parecidos, similares e concorrentes com relativa facilidade, identificando-se produtos tecnicamente parecidos e com preços semelhantes.Na realidade, o novo sempre vem. Frente à realidade, as organizações  com ou sem fins lucrativos, buscam inovar nos seus processos produtivos e/ou nos seus bens e/ou serviços para consumidores cada vez mais exigentes. Ao reconhecer que o consumidor pode ser seduzido pelo novo, existe uma tendência, nem sempre refletida, sobre a busca contínua da inovação. Segundo os estudos sobre a estratégia competitiva, está cada vez mais difícil e onerosa uma organização manter-se ao longo do tempo como inovadora.  A implantação de uma inovação tende a custar mais que a anterior porque são necessários novos investimentos em pesquisas, desenvolvimento, planejamento, organização, produção, marketing e comercialização.Entretanto, se o consumidor não perceber o valor das inovações, todo aporte financeiro realizado deixa de ser um investimento para tornar-se um custo. Convém salientar que no mundo dos negócios, somente os mais aptos sobrevivem. Existe, também, uma seleção natural na “espécie” empresarial. Entretanto, todo produto possui um ponto satisfatório para  o consumidor. Sua  soberania e percepção orientam o consumo.Convém salientar que a inovação quando é conduzida pela ingenuidade de alguns  empreendedores e gestores pode ser limitada por outra característica importante: custos. É óbvio que  a produtividade, fazer mais com menos, gerando bons resultados é a ideal. O grande desafio é diagnosticar a situação atual e planejar os resultados esperados em  curtos, médios e longos prazos. A busca de um sistema que contemple o atendimento do cliente e inovações possíveis e adequadas, sem esquecer as tendências perspectivas do mercado onde atuam, fazem os diferenciais das organizações. A inovação deve conviver com a redução de custos, das margens de lucros reduzidas, de concorrência globalizada, das variações nos mercados, entre tantas que influenciam a sobrevivência de uma organização. As variáveis incontroláveis e as variáveis controláveis impactam nas inovações e devem ser analisadas , conforme a visão de cada empreendedor. Para alguns, nem sempre uma inovação adicional compensa os esforços e investimentos necessários para implementá-la.Sempre é aconselhável estudar o mercado, o segmento e/ou nicho de mercado que se pretende atender. Depende da previsão de ocupar um lugar no futuro: na mente e no coração do consumidor atual, na sua  decisão de trocar o consumo atual ou, simplesmente, atender um novo consumidor. Será ? Respeitam-se todas opiniões contrárias. São reflexões. Podem ser úteis. Pensem nisso.</p>
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