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	<title>ARAZÃO &#187; Cinemas</title>
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	<description>A Razão 76 Anos</description>
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		<title>Enfim, “o carteiro” chega, e ele próprio é a notícia</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:56:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Embora a apresentação fosse gratuita, uma semana antes, toda a comunidade já estava mobilizada pra buscar seu ingresso e, assim, garantir lugar no salão paroquial para ver as cenas gravadas na vizinhança]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13979" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1A-Segundo-.jpg"><img class="size-medium wp-image-13979" title="1A Segundo----------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1A-Segundo--300x114.jpg" alt="" width="300" height="114" /></a><p class="wp-caption-text">Público atento ao filme</p></div>
<p>Embora a apresentação fosse gratuita, uma semana antes, toda a comunidade já estava mobilizada pra buscar seu ingresso e, assim, garantir lugar no salão paroquial para ver as cenas gravadas na vizinhança. Todos queriam ver o lançamento de O Carteiro, filme de Reginaldo Faria, cujas gravações foram feitas em Vale Vêneto, em 2010. Uma hora antes do horário marcado, a movimentação era grande, e o salão comunitário estava, praticamente, lotado. Com entusiasmo de quem queria ver os locais e personagens conhecidos que figuravam na comédia romântica, cerca de mil pessoas de todas as idades, vindas dos mais diferentes recantos da Quarta Colônia, chegavam e iam logo tratando de adquirir seu pacotinho de pipocas para completar a alegria da expectativa da novidade.<br />
Embora já tivesse sido lançado em outros festivais brasileiros, para os quais foi selecionado, o longa, com direção de Reginaldo Faria, que a mais de 25 anos não dirigia nenhum roteiro, já decolou com o Kikito de Melhor Fotografia, no Festival de Cinema de Gramado, e com a distinção de Melhor Trilha Sonora e Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Cinema de Goiânia.<br />
Segundo Roberto Turquenitch, da TGD Filmes, a direção fez questão de que o primeiro lançamento para o público, fora dos festivais, em reconhecimento pela acolhida da comunidade, acontecesse no próprio local das filmagens. Ele diz que a recepção tida pela equipe em Vale Vêneto foi nota 10. E, se não fosse o apoio recebido de um grupo de empresários e das prefeituras, especialmente de São João do Polêsine e de Santa Maria, não haveria condições de levar adiante o projeto.<br />
A prefeita Denise Milanesi, depois de ver O Carteiro, diz que achou as imagens lindíssimas, o que justificou o Kikito de Fotografia de Gramado. Ela lembra que “se trata de uma história de amor sem maldade, com romantismo, e que para a região foi importante. Pois outros cineastas podem se interessar pelas paisagens daqui”. Segundo ela, a prefeitura colaborou com aproximadamente 25 mil reais e mais ajuda na infraestrutura necessária.<br />
O prefeito de Faxinal do Soturno, Clóvis Montagner, diz que “mostrar Vale Vêneto é importante por que muitas coisas nossas serão levadas a muitos lugares longínquos. Nossa tradição será levada pra longe daqui”.<br />
A empresária Marisa Bozeto, da Nova Palma Energia que, pela Lei de Incentivo à Cultura, disponibilizou R$ 275 mil para a realização do filme, diz que a região tem uma beleza que precisa ser mostrada para fomentar o turismo. E, segundo ela, “um nome consagrado como Reginaldo Faria pode levar o nome da Quarta Colônia para outros lugares. Por isso, apostamos no retorno do investimento. Nós, empresários, temos que apostar no turismo desta região que tem tantas belezas naturais”.<br />
Durante os 103 minutos de apresentação, muitas vezes os risos do público significavam que as cenas eram familiares, desde os cachorros que passavam na rua, as casas que serviram de cenário, os rostos do elenco de apoio, os lugares eram do seu dia a dia, e alguns figurantes que apareciam eram familiares. A cada uma dessas figuras conhecidas, a reação do público era de vibração.<br />
O senhor Túlio José Brondani e a neta Rafaela apareceram no filme. Seu Túlio, figura popular na região, diz que estava feliz por colaborar, mas lamenta: “pena que foi muito pouco tempo. Queria que fosse mais pra gente poder se ver bem”, diz com bom humor.<br />
A mesma opinião tem Vicente Cielo. Ele, que já morou por muitos lugares do Brasil, veio de Rondônia para passar uns dias com a família em Vale Vêneto, e assistiu atentamente O Carteiro. Diz que, pela movimentação que teve, ele esperava que o filme fosse melhor, talvez explorando mais personagens reais da própria região. “Muitas pessoas dispuseram horas de seu trabalho e suas vidas nas gravações e, no final, não apareceram no filme, ou apareceram apenas um segundo. Nossas paisagens são muito bonitas. Mas, sinceramente, eu esperava mais do filme”.<br />
Irmã Ana Roggia, da Casa de Retiros, nos seus 85 anos, foi cedo para o Salão Paroquial para conseguir um bom lugar, e comenta: “O que gostei mais foi das paisagens. Também nossa Igreja Matriz estava linda. Mas não percebi muita mensagem na história”.<br />
Responsável pelo controle dos hóspedes da Casa de Retiros Nossa Senhora de Lourdes, Irmã Valquíria Worst fez questão de salientar que “alguns méritos do filme é ter sido gravado aqui e a integração da equipe com a comunidade. Mas não podemos deixar de dizer que precisamos é de filmes que mostrem bons valores. Não de filmes que apresentem o sexo violento, como posse um do outro. Precisamos mostrar é a ternura, o companheirismo. Temos, sim, que educar para a ternura e para os bons valores. Temos que resgatar o que se está perdendo”, conclui a religiosa, dizendo que não tem medo de ser considerada cafona, retrógrada, por dizer isso.<br />
Também fizeram parte do elenco de apoio Gilmar Antonio Rosso e a filha Francesca. Ele salienta que, embora não tenha preparo para crítico de cinema, diz que participar, colaborar, se ver na tela, foi emocionante. Mas reconhece que “o filme significa a historicidade do Vale, que foi mostrado com seus costumes, valores, mas de uma forma bucólica”. Pai e filha estavam radiantes depois de verem e se verem n’O Carteiro.<br />
A engenheira Justina Piveta, que aparece numa cena do coral na Igreja Matriz, alegre com seu saquinho de pipocas na mão, diz que “o filme é leve, ao mesmo tempo poético e lírico. Os cenários são lugares por onde a gente passa e nem sempre se dá conta que são tão bonitos”. Luiz Piveta, o presidente da comunidade, diz que ficou contente por ver que o filme se preocupou em mostrar a cultura da região. Ele lembra que “o chimarrão foi mostrado, uma cantina de vinho, a música, etc, que caracterizam nossos usos e costumes”.<br />
Enfim, quase toda a comunidade, de alguma forma, se envolveu. E, com a peculiar solidariedade e colaboração próprias das pessoas do interior, os valevenetenses (?) foram hospitaleiros para com a equipe que chegava para fazer um filme no seu chão, entre seus morros.<br />
Romilda Rorato, do Restaurante da Romilda, estava feliz, pois foi ela que fez comida pra toda a equipe durante as filmagens. “então já estávamos acostumados com eles. Agora ver todos no filme é muito bom”, diz ela, alegre com o movimento no seu restaurante no dia do lançamento de O Carteiro lá no Vale.  O Carteiro Vítor, aliás Carlos Eduardo Faria, o Candé, o ator principal, foi abraça-la, entrou na cozinha e, entre panelas, disse que estava com saudade da comidinha caseira da ‘nona Romilda’.<br />
A propósito, antes da apresentação, Candé, que é filho do diretor Reginaldo Faria, lê a carta enviada pelo pai que, por problemas de saúde, lamenta não comparecer à apresentação do filme. Reginaldo diz que “durante o processo do trabalho, aos poucos o filme não era mais o que estava no papel. Era toda a comunidade, era todo o coração de Vale Vêneto batendo a cada tomada de cena”. E conclui: “Não sei se o que fiz foi satisfatório; sei que em cada cena dei o melhor de mim; em cada retirada, em cada corte, por questões de tempo, perdi o melhor de vocês”.<br />
O pedido de desculpa de Reginaldo se justifica, pois, pelos depoimentos da população, ficou claro aquele gostinho de quero mais. Eles queriam ver mais pessoas conhecidas aparecendo, por mais tempo no filme gravado no seu chão, nas ruas e montes do seu Vale.<br />
Para consolá-los, fica a esperança de que O Carteiro possa levar uma mensagem de provocação para mais um cineasta se aventurar na gravação de uma nova história, tendo cenários e figurantes de Vale Vêneto. Oportunidades não faltam, pois o longa já foi convidado também para se apresentar no Festival Internacional do Filme, na portuguesa Ilha da Madeira.</p>
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		<title>Dobradinha de Spielberg nas telas</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 23:16:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cinema – Cinco novidades nas salas de exibição de Santa Maria]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>JAIR ALAN<br />
</strong>jairalan@smail.ufsm.br</em></p>
<div id="attachment_13885" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1a-domingo-.jpg"><img class="size-medium wp-image-13885" title="1a domingo -----------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1a-domingo--300x297.jpg" alt="" width="300" height="297" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Reprodução/A Razão)</p></div>
<p>Cinco novidades nas telas nesta semana. Destaque para a dobradinha de Steven Spielberg: “As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne” e “Cavalo de Guerra”. Em se tratando de Spielberg pode-se ter certeza que haverá muita emoção e apuro estético em cinema dedicado à diversão com muita qualidade.<br />
Em “Cavalo de Guerra” o principal personagem é, claro, o cavalo Joey (na realidade mais de um cavalo foram utilizados no filme). Peter Mullan é o camponês destemido e ex-herói de guerra Ted Narracot. Vive com a esposa Rose (Emily Watson) e o filho Albert (Jeremy Irvine) numa fazenda alugada, propriedade de Lyons (David Tewlis), um milionário sem escrúpulos. Ted compra um cavalo inadequado para os serviços de aragem nas suas terras. Porém Albert estabelece com o animal, batizado de Joey, uma conexão jamais imaginada. A Guerra Mundial chega e a cavalaria britânica leva o animal. Nos campos de batalha, Joey mostra a sua força e determinação, passando por diversas situações de perigo e donos diferentes, mas o destino reservava para ele um final surpreendente.</p>
<p>Leia mais na edição impressa de <em>A Razão</em></p>
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		<title>Pequeno balanço sobre 2011 e que nos espera em 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 23:47:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cinema - No ano que o 3D firmou-se, 2011 não teve um grande filme que se sobressaísse]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não concordo com nenhuma, mas gosto de listas. São parâmetros e servem como indicadores para mim. Se há uma unanimidade, logo desperta minha curiosidade caso eu não tenha assistido algum filme das listas. Ou então me consola quando defendo com entusiasmo alguma película que tenha me agradado.<br />
No ano que o 3D firmou-se como opção de diversão e emoção nas telas de Santa Maria, 2011 não teve um grande filme que se sobressaísse. Para o Brasil não foi um ano ruim. Muitos produtores voltaram seus olhos para o país e, quem sabe, ajudem na nossa produção. Aliás, a cena que mais me agradou foi em “Tropa de Elite 2”, um filmaço, melhor que o primeiro. Adorei a cena que o coronel Nascimento dá uma surra hercúlea num político corrupto. Pena que era ficção, mas como gostaria que fosse realidade ante tantos políticos salafrários e corruptos que infestam o país e que nos causam tanta vergonha. Em muitas sessões, o público aplaudia freneticamente. Pura empatia. “Tropa de Elite 2” foi lançado no final de 2010 e muita gente não incluiu na sua lista por este detalhe. A unanimidade nacional é “O Palhaço”, de Selton Mello.<br />
Continuando com o ufanismo, o melhor desenho foi “Rio”, de Carlos Saldanha. Um show de simpatia, humor e cores. Tenho boas razões para torcer por sua vitória no Oscar de 2012.<br />
Voltando às listas, é impressionante como os críticos brasileiros gostam de mostrar que são intelectualizados. A maioria destaca filmes que pouca gente assistiu, mas que não se enquadram como cinema popular. Então “A Pele Que Habito”, de Pedro Almodóvar; “Cisne Negro”, de Darren Aronofksy, “A Rede Social”, de David Fincher e “Meia-Noite em Paris” de Woody Allen são unanimidades. Todos excelentes filmes, mas destinados a um determinado tipo de público, mais informado.<br />
Eu sou do tipo que tem prazer de ver filmes bem feito. Gosto de filmes de arte, mas não descarto e adoro filmes que visem emocionar e divertir. Longe de mim esta história de só citar filmes difíceis para exibir inteligência ou gosto sofisticado. “Capitão América &#8211; O Primeiro Vingador” e “Thor” me conquistaram e estou ansioso para ver “Os Vingadores” que vai juntá-los a outros heróis como O Homem de Ferro, Hulk, Nick Fury, Viúva Negra e Gavião Arqueiro. Na linha de super-heróis é lógico que vou assistir “Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas Ressurge”. Cristhopher Nolan continua na direção e seus dois filmes anteriores foram os melhores sobre o homem-morcego.<br />
&#8220;Super 8&#8243;  J.J. Abrams foi a grata surpresa. Talvez por não ter nenhum super astro no elenco o filme foi assistido por pouca gente. Então não percam quando passar na TV ou loquem que vale a pena.<br />
Só não vamos exagerar. Numa lista onde os espectadores votavam, “Velozes e Furiosos 5” e “Transformers 3: O Lado Oculto da Lua”, foram escolhidos como os melhores filmes do ano.<br />
Para 2012, há promessas de muito relançamento. Todos em 3D com destaque para “A Bela e Fera”, “Titanic” e a saga de StarWars. Confesso que não entusiasmo. O objetivo é apenas multiplicar cifras.<br />
Para quem curte quadrinhos e adora suas adaptações para a tela, como eu, a expectativa é com “Os Vingadores” e o novo Batman. “A Era do Gelo 4” já está na minha agenda.<br />
Promessas de filas vão para “O Hobbit: Uma Jornada Inesperada”, “007 &#8211; Bond 23” e, principalmente, “A Saga Crepúsculo: Amanhecer &#8211; Parte 2”. Mas a grande promessa de filme arte com apelo popular é “O Artista”, de Michel Hazanavicius. Já é grande sensação na Europa e EUA. As apostas são muitas e deverá ser o grande vencedor dos principais prêmios do ano como o Oscar e o Globo de Ouro. O filme é quase todo mudo e em preto e branco.<br />
Que venha 2012 e que a profecia dos Maias não se concretize. Que sirva apenas para gerar produções emocionantes. Sejamos todos felizes como um grande filme de início, meio e final felizes.<br />
CINE MÚSICA – Todo sábado, na Rádio Universidade 800 AM, das 9 às 11 h, estou com o Renato Molina no Cine Música, que pode ser sintonizado também na Internet Acesse www.ufsm.br/radio e sejamos parceiros no mundo das trilhas do filmes.</p>
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		<title>Os deuses (digitais) estão de volta</title>
		<link>http://www.arazao.com.br/2011/12/22/os-deuses-digitais-estao-de-volta/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 23:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cinema - “Imortais”, de Tarsem Singh, estreou arrasando no mercado norte-americano]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>JAIR ALAN<br />
jairalan@smail.ufsm.br</strong></em></p>
<div id="attachment_13566" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1a-sexta-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-13566" title="1a sexta---------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1a-sexta-2-300x173.jpg" alt="" width="300" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">A história acontece em uma era após os Deuses terem vencido os Titãs (Foto: Reprodução/A Razão)</p></div>
<p>Quando era criança, nos anos 60, adorava filmes de capa-e-espada ou de gregos e romanos. A maioria era feita na Itália, que Joseph E. Levine, produtor norte-americano, comprava por dúzia e distribuía ao resto do mundo. Eram filmes que pecavam nos roteiros mal acabados e feitos com restos de outras superproduções realizadas por americanos em Cinecita, a Hollywood italiana. Mas eu, mente em formação, me deliciava e nem dava por conta dos seus defeitos. Meu ator favorito era o canastrão Steve Reeves, um ianque radicado na Itália, que servia para enganar o mundo com um produto feito na Itália com cara Made in USA. Fez vários filmes como Maciste ou Hércules.<br />
O estilo “gregos e romanos” está de volta. Agora aliado aos avanços tecnológicos, que permitem explorar mais a mitologia, tanto grega como romana. Para 2012 serão “n” filmes no estilo, que se revela uma excelente fonte de entretenimento e muitos cifrões nas contas dos produtores. “Imortais”, de Tarsem Singh, estreou arrasando no mercado norte-americano. Explora o mais novo galã do cinema americano: Henry Cavill (que no próximo ano será o novo Superman), e ajuda na “ressurreição” de Mickey Rourke.<br />
A história acontece em uma era após os Deuses terem vencido os Titãs. Enlouquecido com o poder, o rei Hyperion (Mickey Rourke) declara guerra contra a humanidade. Com um exército de soldados sanguinários, devasta a Grécia em busca do lendário Arco Épiro, uma arma de poder inimaginável forjada nos céus por Ares (Daniel Sharman). Aquele que a possuir pode libertar os Titãs, que foram presos no fundo das paredes do Monte Tártaros desde a aurora dos tempos. E os Titãs ainda têm sede de vingança. Com o arco o rei pode destruir a humanidade e aniquilar os Deuses. Contudo, a antiga lei determina os Deuses não devem intervir no conflito dos homens, e se vêem impotentes diante da ameaça de Hyperion até que um camponês chamado Teseu (Henry Cavill) surge como a única esperança. Na verdade ele quer vingança, já que Hyperion matou sua mãe.<br />
Secretamente escolhido por Zeus (John Hurt), Teseu deve salvar a humanidade reunindo um grupo de estranhos companheiros – incluindo a visionária sacerdotisa Phaedra (Freida Pinto) e o astuto escravo Stavros (Stephen Dorff). Nessa batalha, o heroi deverá liderar a revolta, ou assistir a queda em ruínas de sua pátria com seus deuses desaparecendo para sempre.<br />
Athena, Poseidon, o Minotauro, Apolo, Heracles e Icarus são deuses convocados para ajudar ou estorvar a missão dos heróis. Singh não segue à risca o que a mitologia registra sobre seus deuses, semideuses e heróis. A intenção é a diversão à custa de efeitos especiais Na Mitologia, Perseu era um príncipe, mas no filme ele é um bastardo.</p>
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		<title>Os bonecos mais queridos da tela</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 22:03:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Os bonecos]]></category>
		<category><![CDATA[os Muppets]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinema Atividade Paranormal 3 e Os Muppets nas salas de exibição de Santa Maria]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13366" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Cópia-de-1a-sexta.jpg"><img class="size-medium wp-image-13366" title="Cópia de 1a sexta" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Cópia-de-1a-sexta-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Na história Os Muppets podem perder seu teatro (Foto: Reprodução/A Razão)</p></div>
<p>Sou fã de desenhos animados e filmes destinados à família.<br />
Tem gente que acha que crítico ou comentarista de filmes deve se ater a obras pesadas, ou coisas exóticas e baixar o pau nos filmes comerciais como se fossem sinônimos de produto mal acabado ou  picaretagem. Não. O crítico também é uma pessoa sensível. Eu, pelo menos, gosto de filmes que me emocionem, que me digam algo ou que me divirtam. Podem ser comerciais. Mas não descarto as obras pesadas. Por exemplo, sempre gostei dos filmes de Ingmar Bergman das experiências pessoais de Robert Altman, Fellini ou Passolini.<br />
Curto muito os Muppets. Desde que apareceram na televisão, amei toda aquela turma incrivelmente engraçada. Piadas inteligentes, convidados famosos e a própria confecção dos bonecos chamavam a atenção e provocavam o riso. Foram criados pelo genial Jim Henson. No cinema, eles reaparecem pela sétima vez num filme simplesmente chamado “Os Muppets”, dirigido por James Bobin.<br />
A história é simples. Os Muppets podem perder seu teatro e precisam fazer um grande show para arrecadar 10 milhões de dólares para manter sua casa de espetáculos. Eles são tão queridos que muita gente faz questão de contracenar com os bonecos. Era assim no show da televisão e agora no cinema. Lá está gente  famosa como Amy Adams, Jack Black, Chris Cooper, Ricky Gervais, Billy Crystal, Whoopi Goldberg, Alan Arkin, Liza Minnelli e Mickey Rooney. Tanta gente que alguns tiveram que ficar de fora como Lady Gaga que teve sua participação cortada da versão final.. Fica pra outra porque Os Muppets são imortais e vai ter chance pra muito mais astros e estrelas.</p>
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		<title>Quem resiste ao olhar pidão do gato?</title>
		<link>http://www.arazao.com.br/2011/12/01/quem-resiste-ao-olhar-pidao-do-gato/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 23:49:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cinema - O Gato de Botas é a estreia da semana ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>JAIR ALAN<br />
</em></strong><em>jairalan@smail.ufsm.br</em></p>
<div id="attachment_13273" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1a-sexta-.jpg"><img class="size-medium wp-image-13273" title="1a sexta----------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1a-sexta--300x175.jpg" alt="" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text"> No filme de Chris Miller é lógico que tem o famoso e irresistível “olhar pidão” e depois, com as botas, a transformação no valente e galanteador felino (Foto: Reprodução/A Razão)</p></div>
<p>Sou fã do Shrek e sua turma, mas achei que ele perdeu o charme quando ficou bonzinho. Não só eu, o mundo inteiro. Aí tentaram reativar seu lado assustador, mas virou um filme de aventuras deixando em segundo plano lado o Burro e o Gato que são as figuras mais engraçadas do filme. Para nosso deleite, resolveram dar um filme solo para o Gato de Botas. A história do felino malandro que dá golpes para ajudar seu dono é contada há muito tempo. Quando eu era criança, havia disquinhos coloridos com histórias. Eu ganhei a do Gato de Botas e era uma das minhas favoritas.<br />
É claro que nesta onda de inversão de valores não é de se esperar o conto de fadas como foi concebida por Charles Perrault. No filme, como em Shrek, há mistura com outras histórias infantis como o cabeça de ovo ou a galinha dos ovos de ouro transformada em gansa. Perrault havia concebido uma história amoral, já que seu personagem é um mentiroso e golpista.<br />
No filme de Chris Miller é lógico que tem o famoso e irresistível “olhar pidão” e depois, com as botas, a transformação no valente e galanteador felino. Ele parte em uma jornada heróica junto com o mentor Humpty Dumpty e com a conhecedora das ruas Kitty Patas Macias para roubarem a famosa Gansa que bota Ovos de Ouro. O gato é até um comedor de ogros. Claro que não é o Shrek, pois a história ocorre antes deles ficarem amigos. É um prequel, ou seja, como era antes aquilo que a gente já conhece. O trailer já agrada e promete ser um bom espetáculo. As crianças se encantam e os adultos se divertem.<br />
CINE MÚSICA – Todo sábado, na Rádio Universidade 800 AM, das 9 às 11 horas, estou com o Renato Molina no Cine Música, que pode ser sintonizado também na Internet Acesse www.ufsm.br/radio e sejamos parceiros no mundo das trilhas do filmes.</p>
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		<title>Para comprovar o  talento de Wagner Moura</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 00:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O Homem do Futuro]]></category>
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		<description><![CDATA[Wagner Moura é o grande nome do atual cinema brasileiro. Merecido. Em todos os filmes ele se sai muito bem e quem já pôde assistir, em pré-estreia, “O Homem do Futuro”, de Cláudio Torres, legou ao ator a responsabilidade de tornar esta produção algo agradável. Como sou fã do ator, coloquei o filme na minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12144" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/1a-sexta-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-12144" title="1a sexta---------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/1a-sexta-3-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">O filme se arrisca num campo não muito explorado pelo cinema brasileiro que é o da ficção científica</p></div>
<p>Wagner Moura é o grande nome do atual cinema brasileiro. Merecido. Em todos os filmes ele se sai muito bem e quem já pôde assistir, em pré-estreia, “O Homem do Futuro”, de Cláudio Torres, legou ao ator a responsabilidade de tornar esta produção algo agradável. Como sou fã do ator, coloquei o filme na minha agenda, ainda mais quando as referências são positivas.<br />
O filme se arrisca num campo não muito explorado pelo cinema brasileiro que é o da ficção científica. Wagner é Zero, um cientista que, há 20 anos, foi humilhado publicamente na faculdade e perdeu Helena (Alinne Moraes), o grande amor de sua vida. Em 1991, ela lhe deu o apelido nada carinhoso de Zero. Passadas duas décadas, uma experiência acidental com um de seus inventos faz com que ele viaje no tempo. Volta ao passado e tem a chance de mudar sua história. Só que transforma o Zero do passado num tremendo canalha, o que só o afasta ainda mais de Helena. Então volta novamente no tempo para impedir que ele mesmo altere o presente. Os seus três acabam se encontrando.<br />
Ainda no elenco Maria Luísa Mendonça. (<strong>Jair Alan</strong>)</p>
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		<title>Ideias antigas  com roupagem nova</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 01:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Planeta dos Macacos: A Origem” e “O Rei Leão” são as estreias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11543" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/08/1a-sexta-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-11543 " title="1a sexta------------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/08/1a-sexta-2-300x211.jpg" alt="" width="210" height="148" /></a><p class="wp-caption-text">Em “Planeta dos Macacos: A Origem” o cientista Will Rodman (James Franco) pesquisa a cura do Mal de Alzheimer</p></div>
<p>Eu fiquei decepcionado com a refilmagem de “O Planeta dos Macacos”, feita por Tim Burton. Não só eu, mas a maioria que havia assistido o clássico de 1968 com um dos melhores finais que já vi no cinema. Tim deixou claro ao exibir duas luas, que seu planeta não era a terra. Lá se foi a surpresa. A não ser que um novo satélite tenha se acoplado à terra com o passar dos anos. O final também foi decepcionante. Havia planos para outras sequências. Com o fracasso, o projeto foi abortado.</p>
<p>Mas os produtores insistem em tirar água de pedra e tentam novamente explorar “O Planeta dos Macacos”. Surge a prequel “Planeta dos Macacos – A Origem”, de Rupert Wyatt, tentando explicar como os símios dominaram a terra com a extinção da humanidade. Nos anos 70 o clássico originou uma série, que também dava esta explicação. Depois gerou outra série televisiva.<br />
Em “Planeta dos Macacos: A Origem” o cientista Will Rodman (James Franco) pesquisa a cura do Mal de Alzheimer. Charles (John Lithgow), pai de Will, é portador da doença. Ele era professor de música. Will usa o remédio-teste em seu próprio pai, depois de usá-lo em cobaias. O jovem cientista que faz experimentos em um macaco super inteligente chamado Caesar (Andy Serkis), que inicia uma rebelião após ser traído pelos humanos. Inicia-se o conflito que culmina na dominação primata. (<strong>Jair Alan</strong>)</p>
<p><strong>Leão em três dimensões</strong><br />
“O Rei Leão”, de Roger Allers e Rob Minkoff, imperou por muito tempo como o vídeo mais vendido no mundo. Com justiça. É um dos mais belos desenhos animados de todos os tempos. Hans Zimmer, Elton John e Tim Rice estavam inspiradíssimos para compor a belíssima trilha sonora que levou os Oscars de melhor canção (Can you Feel the Love Tonight?) e trilha sonora. A fonte de renda não se esgotou. O filme é relançado no formato 3D. Já assisti tantas vezes que, praticamente, sei a história de cor. Talvez assista.<br />
A história tem inspiração nas tragédias Rei Lear e Hamlet, de Shakespeare. Mufasa, o Rei Leão, e a rainha Sarabi apresentam ao reino o herdeiro do trono, Simba. O recém-nascido recebe a bênção do sábio babuíno Rafiki, mas ao crescer é envolvido nas artimanhas de seu tio Scar, o invejoso e maquiavélico irmão de Mufasa, que planeja livrar-se do sobrinho e herdar o trono.</p>
<p><strong>CINE MÚSICA</strong> – Todo sábado, na Rádio Universidade 800 AM, das 9 às 11 horas, estou com o Renato Molina no Cine Música, que pode ser sintonizado também na Internet Acesse www.ufsm.br/radio e sejamos parceiros no mundo das trilhas do filmes.</p>
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		<title>Luz verde para salvar dois mundos</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 01:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
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Depois de formaram um império nos mundo dos quadrinhos, a DC Comics e a Marvel levam para o cinema seus super heróis.
Tenho gostado muito. Sou fã de HQs desde minha infância e era sonho meu ver os heróis na tela. “Lanterna Verde” é da turma da DC Comics. Sob a direção de Martin Campbell chega a [...]]]></description>
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<div id="attachment_11406" class="wp-caption alignleft" style="width: 308px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/08/1a-domingo-.jpg"><img class="size-full wp-image-11406 " title="1a domingo----------------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/08/1a-domingo-.jpg" alt="" width="298" height="490" /></a><p class="wp-caption-text">Lanterna Verde chega aos cinemas</p></div>
<p>Depois de formaram um império nos mundo dos quadrinhos, a DC Comics e a Marvel levam para o cinema seus super heróis.</p>
<p>Tenho gostado muito. Sou fã de HQs desde minha infância e era sonho meu ver os heróis na tela. “Lanterna Verde” é da turma da DC Comics. Sob a direção de Martin Campbell chega a história de Hal Jordan, primeiro humano a ser um lanterna verde. Depois dele, ainda vieram Alan Scott, Guy Gardner, John Stewart, Kyle Rayner e Jade Scott.</p>
<p>No mercado norte-americano o filme arrancou bem e na segunda semana caiu 66% na arrecadação. Mesmo assim, a Warner já planeja uma sequência.</p>
<p>No início, “Lanterna Verde” foca-se no planeta Oa, o quartel general da tropa dos lanternas verdes, seres com super poderes, protetores da paz e da justiça e responsáveis pela ordem intergaláctica. Todos têm um anel que lhes permite os poderes.</p>
<p>De Oa parte um alienígena à beira da morte cuja nave cai na Terra. Hal Jordan (Ryan Reynolds) é um piloto de teste que assiste a queda da nave e tenta ajudar o seu ocupante, que lhe dá o seu anel.</p>
<p>Então ele é capturado por uma bolha verde e levado até Ao, onde recebe um treinamento para entrar na tropa. Surgem então Parallax (personagem digitalizado com a voz de Clancy Brown) e Hector Hammond (Peter Sarsgaard), gênios do mal que ameaçam Oa e a Terra.</p>
<p>Com o apoio da piloto e namorada de infância Carol Ferris (Blake Lively), Hal precisa conseguir dominar seus novos poderes e encontrar coragem para vencer seus medos, para provar que é a única pessoa capaz de derrotar Parallax, e se tornar o maior Lanterna Verde de todos.</p>
<p>Ainda estão no elenco Angela Bassett, Geoffrey Rush e Tim Robbins.</p>
</div>
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		<title>Duendes e pinguins bem carismáticos</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 01:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinemas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Os Pinguins do Papai]]></category>
		<category><![CDATA[smurfs]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinema - Smurfs e Os Pinguins do Papai são as estreias desta semana em Santa Maria]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11142" class="wp-caption alignleft" style="width: 435px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/08/1A-DOM-.jpg"><img class="size-full wp-image-11142" title="1A DOM------------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/08/1A-DOM-.jpg" alt="" width="425" height="344" /></a><p class="wp-caption-text"> A história começa quando o mago malvado Gargamel (Hank Azaria) expulsa os pequenos seres azuis da sua vila</p></div>
<p>Comecei a curtir os Smurfs por influência de sobrinhos que adoravam o desenho animado da Hanna-Barbera e colecionavam os seus bonequinhos. Como muita gente, os duendezinhos azuis me cativaram. “Os Smurfs” sob a direção de Raja Gosnell, homem que sabe fazer um grande sucesso, mas que não goza de muita simpatia entre os mais exigentes.<br />
Os duendes ganham uma versão moderna e distante da vila que viviam. Na realidade, o objetivo é reacender a curtição que eram os seus personagens e uma nova franquia que proporcione muitos lucros. Eles foram criados pelo cartunista belga Pierre Culliford, que assinava como Peyo.  Eles apareceram pela primeira vez em 1958.<br />
A história começa quando o mago malvado Gargamel (Hank Azaria) expulsa os pequenos seres azuis da sua vila. Eles saem do seu mundo mágico e caem no meio do Central Park de Nova York. Os Smurfs precisam encontrar um jeito de voltar para a vila antes que Gargamel os localize.<br />
Enquanto isso, Johan (Neil Patrick Harris), um publicitário, precisa criar uma campanha de marketing em apenas dois dias. Ele recebe uma encomenda e lá estão estranhos seres do mundo da magia.<br />
Claro que vai haver uma reação contrária, mas, na certa, os azulzinhos serão a solução dos seus problemas.</p>
<p><strong>Para quem gosta de rir de caretas</strong></p>
<p>Quando quer Jim Carrey é um ótimo ator. Mas aí ele não ganha milhões de dólares de cachê. Então ela faz o que gosta de fazer: caretas. E tem gente que ri de montão. Eu não e muita gente já está cansando do estilo repetitivo do ator, que já não faz tanto sucesso.  Ele esteve recentemente no Brasil para lançar “Os Pinguins do Papai”, de Mark Waters. Esnobou simpatia e bom humor por onde andou.<br />
Na tela, Jim é Tom Popper, um especialista em comprar imóveis antigos, para que sejam demolidos de forma que sua empresa possa construir modernos edifícios. Ele almeja se tornar sócio da empresa, mas para atingir o objetivo precisa cumprir uma missão: convencer a senhora Van Gundy (Angela Lansbury), dona de um tradicional restaurante localizado no centro de Nova York, a vender o imóvel. Ela apenas aceita vender o local para alguém que tenha princípios. Paralelamente, Popper recebe a notícia de que seu pai, um aventureiro que rodou o mundo faleceu na Antártida. No testamento ele deixa para o filho um pinguim, entregue em uma caixa refrigerada. Sem saber o que fazer, Popper resolve ficar com ele após perceber a afeição que seus filhos nutrem pelo animal. O problema é que alguns ovos que vieram com a ave, chocam e geram uma ninhada para infernizar a vida do homem.<br />
O roteiro é baseado no livro infantil de Richard &amp; Florence Atwater publicado em 1938. A produção utilizou pinguins reais durante as filmagens, mas também usou a computação gráfica quando necessário e pinguins animatrônicos, apesar dos problemas causados devido à interferência provocada por celulares e aparelhos eletrônicos.<br />
<strong>CINE MÚSICA</strong> – Todo sábado, na Rádio Universidade 800 AM, das 9 às 11 horas, estou com o Renato Molina no Cine Música, que pode ser sintonizado também na Internet Acesse www.ufsm.br/radio e sejamos parceiros no mundo das trilhas do filmes.</p>
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