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	<title>ARAZÃO &#187; Geral</title>
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	<description>A Razão 76 Anos</description>
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		<title>Sefas é escolhida para gerenciar a UPA</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 00:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Franciscana de Assistência a Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sefas]]></category>
		<category><![CDATA[Unidade de Pronto Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[UPA]]></category>

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		<description><![CDATA[O convênio é de um ano. Entidades desclassificadas têm três dias pra contestar decisão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14273" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/6A-sefas.jpg"><img class="size-medium wp-image-14273" title="6A-sefas" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/6A-sefas-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Unidade deverá funcionar a partir de março, ao lado do Hospital Casa de Saúde, em regime de 24 horas (Foto: João Alves/Especial/A Razão) </p></div>
<p>A Associação Franciscana de Assistência a Saúde (Sefas) foi a entidade filantrópica escolhida para o gerenciamento, operacionalização e execução das ações e serviços da saúde da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), ao lado Hospital Casa de Saúde, no Bairro Perpétuo Socorro. O convênio de um ano é estimado no valor de R$ 6 milhões e a previsão é que a UPA esteja em funcionamento no mês de março, em regime de atendimento de 24 horas. Em Santa Maria, a Sefas já administra a Casa de Saúde e o Hospital Santo Antonio (antigo Hospital Regional da Unimed).<br />
Participaram do processo seletivo o Hospital de Caridade São Roque, o Instituto Corpore para o Desenvolvimento da Qualidade de Vida e a Sefas de Santa Maria. A análise dos documentos e o julgamento das propostas técnicas e financeiras foram realizadas pela Comissão Especial de Seleção -UPA. A Sefas apresentou proposta financeira mensal de R$ 499.973,60.<br />
“Além de apresentar a melhor proposta financeira, a Sefas ganhou pontos no que se refere a itens considerados necessários para prestar o serviço e tempo de experiência em pronto-atendimento. Já são 51 anos de atenção à saúde em termos de urgência e emergência por parte da Associação Franciscana”,  adianta a médica auditora da Secretaria de Saúde, Renice Vaccari Coimbra. A direção das Sefas ficou de se pronunciar somente após o recebimento do comunicado oficial por parte da Prefeitura.<br />
Recursos &#8211; A Comissão abriu o prazo de três dias para recursos às instituições que foram desclassificadas. Após transcorrer o prazo recursal, caso não haja alteração do julgamento da seleção, próximo passo será a assinatura do convênio entre Prefeitura e Sefas.</p>
<p><em><strong><br />
</strong></em></p>
<p><em><strong>Novo serviço </strong></em></p>
<p>A unidade funcionará 24 horas e terá capacidade para 500 atendimentos diários. Haverá consultórios para diagnósticos, tratamento terapêutico, observação, atendimento de urgência e emergência. Ela também contará com serviços laboratoriais, Raio X e pequenas cirurgias. Segundo a Sefas, seriam necessários em torno de 130 funcionários para dar início ao atendimento.</p>
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		<title>Colisão mata dois motoristas sobre ponte de Agudo</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 19:29:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente Caminhão Cegonha]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente Ponte do Agudo]]></category>
		<category><![CDATA[Grande acidente entre Restinga Seca e Agudo]]></category>

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		<description><![CDATA[No início da tarde, um acidente sobre a ponte de Agudo, na RSC 287, causou a morte de duas pessoas. Dois caminhões colidiram de frente, os motoristas de ambos morreram no local. Um dos caminhões, vindo de Porto Alegre, transportava botijões de gás. Com o impacto eles explodiram gerando labaredas de quase 100 metros de altura.
De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14264" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Acidente.jpg"><img class="size-medium wp-image-14264" title="Acidente" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Acidente-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Após explosões, botijões e veículos queimados ficaram totalmente destruidos (Foto: Marcelo De Franceschi/A Razão)</p></div>
<p>No início da tarde, um acidente sobre a ponte de Agudo, na RSC 287, causou a morte de duas pessoas. Dois caminhões colidiram de frente, os motoristas de ambos morreram no local. Um dos caminhões, vindo de Porto Alegre, transportava botijões de gás. Com o impacto eles explodiram gerando labaredas de quase 100 metros de altura.</p>
<p>De acordo com o sargento Braida, da Polícia Rodoviária Federal de Santa Maria (2ª BRBM), haviam dois carros, terceirizados pelo DAER, estacionados na cabeceira da ponte. “Estavam com o pisca alerta ligado desde manhã. Provavelmente o motorista do caminhão cegonha tentou desviar dos automóveis e bateu de frente com o outro caminhão”, analisa o sargento. Os carros também incendiaram após a explosão dos botijões de gás.</p>
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		<title>Motoristas e cobradores querem aumento</title>
		<link>http://www.arazao.com.br/2012/02/06/motoristas-e-cobradores-querem-aumento/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 23:54:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[atu]]></category>
		<category><![CDATA[Setrans]]></category>
		<category><![CDATA[tarifa de ônibus]]></category>

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		<description><![CDATA[Sindicato da categoria reivindica reajuste de 20% nos salários. Contraproposta é aguardada para o dia 16]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_14242" class="wp-caption alignleft" style="width: 211px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/5A-Gilvan.jpg"><br />
<img class="size-medium wp-image-14242" title="5A-Gilvan" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/5A-Gilvan-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Aumento de salário da categoria poderá contribuir para elevar tarifa de ônibus, hoje, em R$ 2,30. Em SM, são em torno de 900 os trabalhadores (Foto: Gilvan Peters/ARazão)</p></div>
<p>Reivindicação salarial da categoria do transporte urbano de Santa Maria poderá refletir na planilha de custos da tarifa de ônibus. Hoje, a passagem está em R$ 2,30. O Sindicato dos Trabalhadores e Condutores de Veículos Rodoviários de Santa Maria (Sitracover) pleiteia um aumento de 12% do ganho real com a possibilidade de que parte desse valor seja pago em forma de ticket alimentação ou cesta básica.</p>
<p>Segundo o presidente do Sitracover, Rogério Santos da Costa, uma reunião já foi pré-agendada para o dia 16 deste mês, a partir das 16h, com a direção do Sindicato das Empresas de Transporte Urbano (Setrans), na sede da Associação de Transportadores Urbanos (ATU), na Avenida Rio Branco, para dar sequência às negociações.</p>
<p>“Não faz muito que um motorista tinha um ganho de cinco salários. Hoje, está em três. Estamos no aguardo de uma contraposta patronal que será levada para a categoria e após, decidir o melhor caminho a ser tomado”, adianta Costa. Ele não descarta a possibilidade de uma mobilização mais forte por parte da categoria caso sejam rejeitadas propostas.</p>
<p>Sobre a reivindicação da categoria, o presidente da Associação dos Transportadores Urbanos (ATU) de Santa Maria, Luiz Fernando Maffini, descartou a possibilidade de um reajuste de 20% no salário dos motoristas e cobradores. “Não existe, no Brasil, um histórico de aumento dessa dimensão”, afirmou Maffini. “No momento, estamos aguardando a inflação do período para sentarmos e conversarmos. O que nos norteia é a inflação”, justifica.  Ele considera que no futuro qualquer tipo de reajuste acarretará mudanças na planilha de custos, causando um aumento no valor da passagem.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">A categoria em números</span></p>
<p><span style="font-weight: bold;"> </span>Na cidade, são 900 os trabalhadores em seis empresas que trabalham pelo Sistema Integrado Municipal (SIM). O salário de um motorista hoje é de R$ 1.658,40 e de um cobrador R$ 942,03. Em Caxias do Sul, o salário de motorista é R$ 1.674,00 e em Porto Alegre de R$ 1.737,44 (reajustado em 1º de fevereiro, além de R$15,00 em ticket por dia trabalhado).</p>
<p>Reivindicação &#8211; O sindicato da categoria reivindica um aumento de 12% do ganho real com a possibilidade de que parte desse valor seja pago em forma de ticket alimentação ou cesta básica.</p>
</div>
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		<title>Aline é Rainha das Piscinas 2012</title>
		<link>http://www.arazao.com.br/2012/02/05/aline-e-rainha-das-piscinas-2012/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 01:33:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Aline]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[promoção de A Razão]]></category>
		<category><![CDATA[Rainha das Piscinas 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Recreativa Bela Vista]]></category>

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		<description><![CDATA[Candidata do ATC teve 14 concorrentes. Bela Vista, o clube anfitrião, ficou com o prêmio de melhor torcida]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14224" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/10a-.jpg"><img class="size-medium wp-image-14224" title="10a-" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/10a--300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Comemoração de Aline Gonçalves durante o anúncio de rainha das piscinas (Foto: Marcelo De Franceschi/A Razão)</p></div>
<p>A única das 48 candidatas a obter a nota máxima no concurso Rainha das Piscinas 2012, promoção de A Razão realizada neste domingo, na Sociedade Recreativa Bela Vista, em Camobi, foi Aline Gonçalves. Concorrente pelo Avenida Tênis Clube (ATC), Aline consagrou-se como a Rainha na Categoria Adulta. “Já estava muito feliz antes e, agora, com o título, estou ainda mais feliz. Vou honrar o título e prestigiar todos os eventos para os quais for convidada”, comemorou.<br />
Para acompanhar a Rainha das Piscinas, foram eleitas, respectivamente, como primeira e segunda princesas, Naiara Berthes da Silva, do convênio Associação Beneficente Antonio Mendes Filho (ABAMF) e Associação dos Subtenentes e Sargentos da Brigada Militar (ASSBM), e Josiane Kohler, do Clube Recreativo Dores. O concurso também elegeu rainhas e princesas nas categorias Juvenil, Infantil e Mirim (veja relação completa no quadro abaixo).<br />
O título de melhor torcida ficou com o clube anfitrião, o Bela Vista, que ganhou caixas de cerveja. Inicialmente, o desfile das candidatas de onze clubes e entidades estava previsto para a orla das piscinas do clube. Devido à chuva e à instabilidade, a passarela teve de ser desmontada e o desfile ocorreu no salão.<br />
O concurso teve como jurados a relações públicas Estefânia Adams, da J Adams Propaganda, o advogado Daniel Tonetto, da Martini, Medeiros &amp; Tonetto Advogados Associados, a presidente da Divisão A1 do Distrito LD4 do Lions Club Medianeira, Luci Giaretta Stefanello, o representante comercial Marcelo Pereira, da CVI Refrigerantes, e a jornalista Mariane Verardi, proprietária da I Love Lusho. O patrocínio do concurso foi de Mate Leão. Os apoiadores foram Rádio Santamariense, Prefeitura de Santa Maria, I Love Lusho, Lilica &amp; Tigor, Lojas Safira, Reni Farmácias, Lu Stein, Reni Multimodas, Drei K, Armazém da Moda, Só Biju, Floricultura Yamamoto e Kisner Eventos.</p>
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		<title>A parteira que deixou saudades em S. Maria</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 00:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Irmã Alice Maria]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade da Casa de Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Irmã Alice Maria, da antiga Maternidade da Casa de Saúde]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_14204" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/141a-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-14204" title="141a-2" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/141a-2-300x174.jpg" alt="" width="300" height="174" /></a><p class="wp-caption-text">Hoje, aos 84 anos, Irmã Alice lembra das crianças que  por suas mãos chegaram ao mundo, durante os mais de 20 anos em que trabalhou na Casa de Saúde</p></div>
<p>Ceura Fernandes</p>
<p>Embora o Brasil tenha um dos mais altos índices de partos por operação cesárea, ainda se ouve a expressão “mais conhecida que parteira de campanha”. Isso dá ideia do quão popular e fundamental eram os préstimos dessas figuras há apenas algumas décadas passadas, quando obstetras e anticoncepcionais eram escassos, as famílias eram numerosas, e as mulheres ganhavam seus filhos, muitas vezes em casa, sem dia nem hora marcada. De ultrassonografia nem se falava. Ficava-se sabendo da posição do feto e do sexo das crianças, quando elas, naturalmente, nasciam de parto natural. Ou, quando, pela falta de atendimento adequado, os bebês sozinhos, ou junto com suas mães, os chamados ‘anjinhos’ morriam ao nascer. Nessas condições, um parto era cheio de mistérios, surpresas e medos, e o conhecimento adquirido pela prática por algumas mulheres, chamadas parteiras, era valioso.</p>
<p>Embora trabalhasse num hospital de cidade, tivesse o diploma de Enfermeira Obstetra pela Faculdade Paulista de Medicina, Gema Pelizzaro, nascida em São João do Polêsine, ou Irmã Alice Maria, como passou a ser chamada depois de fazer os votos religiosos, tornou-se mais conhecida que as próprias parteiras de campanha.</p>
<p>Entre as décadas de 60 e 80, no auge da Maternidade da Casa de Saúde, então da Cooperativa dos ferroviários, quando cesáreas eram raras,  chegando a hora de terem seus filhos, algumas gestantes daquela época, mesmo quando já havia médicos especialistas, preferiam Irmã Alice pra lhes ajudar. Inclusive esposas de médicos confiavam na expertise de suas mãos. Modesta, mas sem esconder a alegria, ela contrapõe: “mas não era bem assim&#8230;”.</p>
<p>A verdade é que, durante os 20 anos que lá permaneceu, a sua habilidade se espalhou pela região. “Às vezes chegava a ter 15 partos num dia”, diz ela, lembrando que vieram ao mundo, e tiveram o primeiro choro nos seus braços, todo tipo de crianças, inclusive muitos nomes conhecidos e importantes. E que hoje, já com seus 40, 50 anos, estressados e sem muito tempo pra pensar nisso, não lembram, ou não sabem, exatamente como, onde e com quem nasceram. Mas seus umbigos, que precisavam ser cortados, e as cabecinhas amassadas, pela dificuldade do percurso até a luz, ainda estão lá, vivos na memória dela.</p>
<p>Hoje, aos 84 anos, ativa, como pode e no que pode, ela conta histórias que provoca saudade até mesmo em quem não viveu aquele tempo. Um tempo de poucos médicos e muita dedicação. Um tempo em que freiras, vestindo seus hábitos brancos, atendiam doentes ou parturientes e, inclusive, bordavam lençóis pra enfeitar seus leitos, num trabalho que era mais por missão e caridade do que por negócio e comércio. Um tempo em que só a sua congregação, a das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, tinha a responsabilidade da gestão de mais de 20 hospitais, geralmente bem ajeitadinhos para bem acolher os doentes que chegavam.</p>
<p>Voltemos a esse tempo, ouvindo as histórias de Irmã Alice, uma das mais famosas parteiras que Santa Maria conheceu.</p>
<p><em>–</em> <strong>Primeiro, vamos esclarecer a história do seu nome: Gema ou Alice?</strong> <em> Meu nome de religiosa é Irmã Alice Maria Pelizzaro – mas o meu nome de batismo é Gema Pelizzaro. Naquela época, quando entrei na Congregação, quando se vestia o hábito e se fazia os votos, era trocado o nome da gente. Diziam assim, tudo será trocado, até o nome. Mas todos me conhecem por irmã Alice Maria, até meus irmãos, que nasceram depois que eu saí de casa, dizem: tu não és Gema, és Alice.</em></p>
<p><span style="font-style: italic;">Tinha uma irmã minha que era deficiente, e quando entrei para o noviciado, falei com o pai se ele tinha algum nome que queria que me colocassem, pois tinha que trocar. E ele disse: “Se te dessem o nome de Alice, eu gostaria”. Colocaram meu nome de Alice Maria, porque já tinha uma Maria Alice.</span></p>
<p><em>–</em><strong> Como aprendeu a ser parteira, qual foi sua escola? </strong><em>Primeiro eu fiz o Curso de Enfermagem, curso superior, na Escola Paulista de Medicina. Foi lá pelo ano de 1962. E, com o tempo, a prática foi me ensinando.</em></p>
<p><em>– </em><strong>E depois do Curso de Enfermagem?</strong><em> Quando terminei o curso de enfermagem em São Paulo, a Congregação tinha começado a assumir hospitais. Até lá a Congregação não tinha hospital. Então, começou o trabalho. Assumi a Casa de Saúde de Santa Maria, que era da Cooperativa dos Ferroviários. Foi no início da década de 60, lá por 1964. Lá fiquei mais de 20 anos.</em></p>
<p><em> </em><em>– </em><strong>Sempre atendendo partos? </strong><em> Na Casa de Saúde fiquei sempre na obstetrícia. Às vezes dava uma mão, ajudava um pouquinho na sala de cirurgia, no ambulatório, mas a minha principal função era na maternidade.</em></p>
<p><em> </em><em>–</em><strong>Tem uma ideia de quantos partos fez nesses 20 anos, na Casa de Saúde?</strong><em> Não tenho bem certo. No início eu contava. Até que eram mil e tantos. Depois perdi a conta. Em vinte anos, fiz uns sete mil partos, talvez. Havia dias em que tinha até quinze partos, outros dias dois ou três, outro dia não tinha nenhum&#8230; Mas era uma média de muitos partos por mês.</em></p>
<p><em> </em><em>– </em><strong>Lembra de alguns casos especiais de dificuldade, partos difíceis? </strong><em>Foram muitos os casos especiais. Naquela época a Universidade ainda não tinha muitos médicos formados. Era o tempo do Dr. Ronald Bossemeyer, aquela turma. Tinha poucos médicos em Santa Maria. Era o Dr. Celso Teixeira e o Dr. Caio Lemos que trabalhavam lá na Casa de Saúde.  Logo depois que a turma se formou, no início da década de 60, alguns começaram a trabalhar lá. Faziam plantões, um dia cada um. Aí melhorou muito. Mas antes disso, a gente passava muito trabalho. Tinha casos difíceis, a posição da criança não estava certa, o pélvico, ou transverso, ou com procedência de um membro. E quantas vezes fiz extração a vácuo. Porque, muitas vezes, eu era a parteira que estava ali, com duas vidas – a mãe e a criança –, a mãe não tinha mais contrações, o médico não vinha, aí a gente tinha que agir.  Atendíamos a família ferroviária, uma classe pobre, e a gente tinha que agir. Até fazíamos coisas que não era da nossa alçada, que não tínhamos aprendido na escola, mas não podíamos deixar a mãe morrer.</em></p>
<p><em> </em><span style="font-style: italic;">– Tinha que ser feita alguma coisa&#8230; Tinha que resolver.</span></p>
<p><span style="font-style: italic;"> </span><em>– </em><strong>Ficou alguma lembrança especial de pessoas que a senhora ajudou a nascer?</strong><em> Muitos. Por exemplo, o de um sobrinho. Tinha uma cunhada que morava em Uruguaiana, gorda, já com certa idade, teve um filho lá. Fizeram cesárea e ela ainda perdeu a criança. Um belo dia ela aparece, tinha me avisado que ela vinha ganhar o nenê em Santa Maria, comigo. Aparece lá e, numa bela hora, entra em trabalho de parto. Ela ia ganhar normal, porque eles queriam mais filhos. Não é como hoje que fazem tudo para não ter filhos. Eles queriam mais filhos e eu fiz o que pude. Telefonei para o médico, lembro que naquele tempo era o Dr. Celso, e ele não vinha, estava ocupado com outro paciente, então coloquei o soro, até que acelerou o parto e a criança nasceu. Mas o nenê, meu sobrinho, mal, mal respirava. Ressuscitei-o respirando boca a boca. Só com oxigênio ele não reagia. Tinha que entrar ar, insuflar no pulmão dele. E fui tentando, até que conseguimos&#8230; Mas ele ficou todo dia meio mal. E o pai, a mãe – minha cunhada e meu irmão – se perguntavam, “será que vai ficar com alguma coisa do parto?” Eu tinha receio que ele ficasse com sequelas mentais, porque nasceu asfixiado. Lembro que esse foi um parto duplamente difícil e demorado.</em></p>
<p><em> </em><span style="font-style: italic;">Eu fiz de tudo um pouco: fisio, anestesiava o períneo e depois fazia sutura. Fiz de tudo, não lembro se cheguei a colocar vácuo. Só sei que nasceu muito mal. Ficou uns dias no oxigênio e hoje não tem nada. A minha cunhada ficou tão faceira que depois disso ganhou outros com parto normal.  Hoje ele está casado com uma juíza, lá em Uruguaiana, e sempre que me vê, diz: “A senhora é minha segunda mãe, porque não me deixou morrer”. Hoje, está perfeito, não tem nada, e é o mais ajuizado da família.</span></p>
<p><span style="font-style: italic;"> </span><span style="font-style: italic;">– Conta-se que algumas mulheres preferiam ter o parto com a senhora do que com os próprios médicos.  É verdade, queriam. Muitas vezes elas me chamavam à noite, fora de hora.</span></p>
<p><span style="font-style: italic;"> </span><em>–</em><strong> Elas confiavam mais na senhora do que nos médicos? </strong><em>Não sei, diziam que era por aí. Algumas famílias tiveram vários filhos comigo. Naquela época, quando comecei a trabalhar, as coisas eram mais difíceis, não havia muitos recursos como hoje. Depois eu saí de lá da Casa de Saúde, lá por 1986, 87. Eu comecei a sair aos poucos. Comecei a assumir uma obstetrícia em Frederico Westphalen e Jaguari. Então, eu saia um pouco e voltava para não dar um baque muito grande no atendimento, porque eles não queriam que eu saísse.</em></p>
<p><em> </em><span style="font-style: italic;">– O Brasil é hoje um dos países com grande percentual de partos por cesárea. Em alguns lugares chega a 80%. Como a senhora vê o abandono do parto natural, mesmo em situações de normalidade?  É muito comércio. Outra coisa é o medo do sofrimento, da dor. E também, hoje as mulheres têm menos filhos. Querem ficar intactas.  Quando o nenê nasce sempre pode ter um prolapso de bexiga, mas não querem ponto lá na vagina, no períneo. Então, é comodismo. Os pobres ainda ganham de parto normal, mas eles também já gritam que querem cesáreas. Tivemos uma aqui que entrou em trabalho de parto, e dizia: “eu quero fazer cesárea”. Já tinha ganhado outros filhos normalmente.</span></p>
<p><span style="font-style: italic;"> </span><em>– </em><strong>E, para a criança, o que é melhor, nascer de forma cronológica e biologicamente natural, na hora estabelecida pelo médico e pela mãe, por cesárea? </strong><em>Se as coisas estão correndo bem, sempre o melhor é o parto natural. Porque no mesmo trajeto, durante o trabalho de parto, a criança vai amadurecendo, se completa. Tudo tem sua hora certa. Quando eu ainda estava trabalhando, quantas crianças eu vi, que faziam cesárea uns dias antes, porque a mãe tinha medo de entrar em trabalho de parto, tinha medo da dor, do sofrimento. Então, faziam cesárea antes. E o nenê nascia não bem maduro, gemendo, meio cianótico, roxinho, e tinha que ficar uns dias no oxigênio. E não se sabe das consequências, no futuro. Sempre digo que a fruta boa é a madura, ela cai na hora certa, quando está madura. O mesmo se dá com o nascimento, a criança tem que ter seu momento em que está completa para nascer.</em></p>
<p><em> </em><em>– </em><strong>Lembra-se de alguns conhecidos, cujos filhos nasceram com a senhora?</strong><em> Muitos. Por exemplo, a Lucia Kümmel, esposa do Waldemar Kümmel, ganhava os nenês comigo. Também lembro da esposa do Dr. Flávio Bissacotti. Ele é ortopedista, e uma vez eu caí, quebrei umas costelas, e ele me atendeu no Hospital de Caridade e disse: “o que está fazendo aqui? Veio pegar alguma criança ainda por aqui? A senhora pegou as minhas”, disse ele, brincando.</em></p>
<p><em> </em><em>– </em><strong>Quem mais a senhora ajudou a chegar ao mundo?</strong><em> Também os filhos do Osmar Santos, da Ana Maria Kliemann. Lembro da Iria Marim, ela ganhou nove crianças comigo. Eles vinham me chamar fora de hora, de noite, quando entrava em trabalho de parto. Mas ela sempre ganhava muito bem. Lembro que ela teve uma menina e os outros todos foram meninos. Eles queriam muito mais uma menina, mas vinha só menino.</em></p>
<p><em> </em><span style="font-style: italic;">Fiz nascerem muitos conhecidos, mas, agora me lembrar dos nomes&#8230; Lembro-me dos Cielo, dos Biacchi. Tinha também muitos de fora, de longe, que vinham para a Casa de Saúde, que tinha uma boa fama.</span></p>
<p><span style="font-style: italic;"> </span><em>– </em><strong>Por causa da sua dedicação, da sua experiência?</strong><em> Não sei&#8230; Não se pode atribuir tanto a mim assim&#8230; Eu me dedicava, claro. Quantas vezes, noite, dia&#8230; Naquela época, os funcionários eram da Cooperativa e, algumas vezes faziam greve, e eu ficava sozinha atendendo, às vezes dois partos ao mesmo tempo. Outras vezes morria alguém da família do funcionário e como diversos eram da mesma família, muitos faltavam, então eu tinha que me virar e atender.</em></p>
<p><em> </em><em>– </em><strong>Quais médicos trabalharam com a senhora na Casa de Saúde?</strong><em> Trabalhei muito com o Dr. Ronald, Dr. Clandio, Dr. Artêmio Celestino Alves. Gostava dele porque era um homem sério, ele não brincava. E outros, como o Dr. Chagas, Dr. Sitiá, Dr. Leonir, Dr. Wilson, Dr. Frederico, a Dra. Mirta – senti muito quando ela faleceu, era muito minha amiga, até me convidava para ir a casa dela.</em></p>
<p><em> </em><em>– </em><strong>Depois de ter trabalhado tantos anos lá, a senhora tem acompanhado a trajetória da Casa de Saúde? </strong><em> Sim, acompanhei. Logo no começo, fui muitas vezes lá. Uma vez me deram uma plaquinha, ganhei uma plaquinha, em homenagem ao Dia da Enfermagem. Deve estar lá esta placa. De vez em quando eu ia lá.</em></p>
<p><em> </em><span style="font-style: italic;">Acompanhei e sofri muito com a decadência da Casa de Saúde. Tenho um amor àquela Casa, especialmente da maternidade que era. Eu bordava lençol, bordava a roupinha dos berços, os lençoizinhos, pra ter tudo bonito.  Gostava de ver as mães que vinham lá e admiravam as coisas bonitas e em ordem. Depois, de vez em quando ia lá. Quando fechou por um tempo, eu sofri. Senti muito quando terminou o contrato com a nossa Congregação. Nós tínhamos muitos hospitais que não dava mais pra atender. Mas eu senti muito. Agora, graças a Deus, recomeçou, são as Irmãs Franciscanas, da Unifra, que estão lá.</span></p>
<p><span style="font-style: italic;"> </span><span style="font-style: italic;">– E o motivo por que a senhora deixou de atender lá. Saí de lá e fui para Frederico Westphalen. Fui eleita para o Conselho de Saúde da Província. E tinha que viajar muito. Então, não dava pra eu ficar o dia inteiro trabalhando, porque tinha que andar visitando os outros hospitais da congregação.</span></p>
<p><span style="font-style: italic;"> </span><em>– </em><strong>Houve uma época em que a sua congregação (do Imaculado Coração de Maria) chegou a ter a gestão de 24 hospitais?</strong><em> Tinha. No momento só temos dois, o de Gravataí e o de Gramado. Os outros não conseguiam se sustentar. A Congregação tinha que sustentar, porque o que o SUS pagava não dava . Então, a Congregação era que tinha que bancar. Acompanhei bem o hospital de Jaguari, que fechou não faz muito, São João do Polêsine, Taquari, Viamão. Teve também São Borja, Santo Augusto, e outros nas outras Províncias. Conheço mais a situação da Província de Santa Maria. Mas tínhamos hospitais grandes, como Viamão. E ainda agora tem Gravataí&#8230; Tentamos, lutamos, mas&#8230;</em></p>
<p><em> </em><em>– </em><strong>Há quanto tempo a senhora está e o que faz em Vale Vêneto? </strong><em> Estou aqui há uns quinze anos. Faço um pouco de pastoral da saúde, visito pacientes, idosos que me chamam. Às vezes até vizinhos me chamam, durmo na casa de uma paciente idosa que está sozinha, que não tem ninguém. E ela é muito nervosa, então de vez em quando me chama às 2h da madrugada: “Irmã Alice, estou nervosa, estou sozinha, estou mal..” Aí pego a minha trocha, vou lá, olho a pressão dela, dou uma olhada se tem febre. Muitas vezes vou por aqui fazer soro para idosos, cancerosos na fase final, que não ficam mais no hospital, me chamam e eu vou. Não paro.</em></p>
<p><em> </em><span style="font-style: italic;">– Isso aos 84 anos&#8230; Também a vi, muito cedo, antes de o sol aparecer, andando pela horta&#8230; Faço um pouco de tudo, trabalho na infraestrutura. Porque quando vejo que as coisas não estão bem, falta varrer o corredor, por exemplo, cuidar do jardim, o que não está bem eu faço. Também acompanho um pouco os funcionários e cuido das capelas. Tenho oito a dez lugares para arrumar. Por exemplo, colocar uma flor pra Nossa Senhora, aqui na gruta, tem outra grutinha lá, mais outra lá&#8230; mais a Bárbara (Barbara Maix, fundadora da Congregação), que também coloco flores pra ela.</span></p>
<p><span style="font-style: italic;">– Pelo jeito, desde que levanta a senhora não para.  Faço de tudo um pouco. Tenho 84 anos, sou diabética e, à tarde, fico um pouco cansada. Mas, pela manhã, não paro. Também caminho todos os dias. Faço pelo menos meia hora de caminhada, que me faz bem, me mexo, me chacoalho, porque o diabético tem que se mexer. E cuido da alimentação, da medicação, tomo insulina.</span></p>
<p><span style="font-style: italic;"> </span><span style="font-style: italic;">Também trabalho com aquele projeto a Nota é Minha, pra ajudar o colégio daqui. Tem uns amigos de Santa Maria que me guardam as notas, então vou lá buscar.  E, um dia estava no ônibus e uma senhora levantou os braços e disse “Oi, Irmã Alice, onde que a senhora anda, vem na minha casa&#8230;”. Mas não dá para ir a todos os lugares.</span></p>
<p><span style="font-style: italic;"> </span><em>– </em><strong>A senhora havia feito o seu parto? </strong><em> Sim, tinha feito o parto dela. Agora lembrei também que fiz diversos partos da família do Benhur Pelissari, aquele que trabalha com aparelhos de ouvido. Aquele rapaz que trabalha lá fui eu que botei no mundo.</em></p>
<p><em> </em><em>– </em><strong>E que conselho de saúde dá pras pessoas que tem essa vida agitada, corrida de hoje? </strong><em>Eu teria muito conselho pra dar. Em primeiro lugar, cuidar da alimentação, que é a base. E fazer exercícios. Nem precisa ser todos os dias. Eu caminho todos os dias porque sou diabética. Uma vez eu caminhava uma hora, agora caminho só meia. Também leio muito. Leio jornal, A Razão é meu preferido, leio diariamente. Durante o ano, quando tem aula aqui no colégio, o jornal chega de manhã, senão chega ao meio dia, com o ônibus. Sempre li A Razão.</em></p>
<p><em></em><em>– </em><strong>O que mais tem pra contar de sua vida? </strong><em> Quando a Congregação me pediu pra fazer Enfermagem, eu não queria, porque eu estava estudando música. Estava em Vale Vêneto. Entrei na Congregação aqui nesta casa, eu era juvenista, e a gente aprendia gaita, piano&#8230; E depois eu já estava bem alfabetizada na música, me pediram para ajudar a alfabetizar crianças. Eu estava bem adaptada, aí a Congregação me mandou fazer o ginásio, porque aqui não tinha – fiz o primário aqui e fui fazer o ginásio na Glória, em Porto Alegre. Então, voltei pra cá um ano, porque naquela época era costume. Acabado o ginásio, a aspirante ficava um ano trabalhando numa casa. Então, vim aqui e atendia uma sala de aula, uma classe. E tinha um aluno que era filho do Leonardo Hermes, que era dentista. Esse menino era meu aluno. E sabe como é a criançada&#8230;, me incomodei, dei um murro com a mão no quadro negro, pra eles ficarem quietos. Aí esse menino levantou e disse: “Professora, a sua mão parece uma raquete”. Sempre me lembro disso e tenho que rir.</em></p>
<p><em></em><span style="font-style: italic;">– E as mãos, que pareciam raquetes, ficaram famosas por acariciar bebês nos tantos partos que fizeram. Lembra-se de ter morrido alguma criança em suas mãos?  Criança, por causa do parto difícil, não. Agora, é claro, uma criança ou outra, deficiente, ou que já vinha em sofrimento. Mas que eu me sinta culpada, não, nunca. Acho que nenhuma. Tenho a consciência tranquila. Sempre procurei fazer o possível, dar o melhor de mim, para tudo correr bem.</span></p>
<p><span style="font-style: italic;">Durante o tempo em que trabalhei na enfermagem, na obstetrícia, foi como uma missão. É uma vida que está ali por nascer, por vir ao mundo. Estávamos ali diante da vida e da responsabilidade que a gente tinha com a mãe e com a criança. Eu ficava sempre atenta, escutava os batimentos, fazia o que podia. Também não me lembro de nenhuma mãe que tenha morrido em minhas mãos e nem como consequência de um parto que eu tenha feito.  Depois que os médicos começaram a se formar na Universidade, na década de 60, quando começaram a sair as turmas da Medicina, melhorou. Mas antes, quando eu chamava os médicos, às vezes não vinham, por que eram poucos, e eu tinha que me virar e atender sozinha.</span></p>
</div>
<div><span style="font-style: italic;"><br />
</span></div>
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		<title>Inicia fiscalização aos mototaxistas</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 01:26:07 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[mototaxistas]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Controle e Mobilidade Urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[Ação verifica cumprimento da lei que autoriza os serviços de transporte de passageiros e de encomendas em motos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14192" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/5A.jpg"><img class="size-medium wp-image-14192" title="5A" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/5A-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">O mototaxista José Jorge Lopes Ross foi um dos primeiros a passar pela fiscalização da SMU (Foto: Marcelo De Franceschi/Especial/A Razão)</p></div>
<p>Cinco pontos de mototáxis foram sorteados pela Secretaria de Controle e Mobilidade Urbana para o início da fiscalização para averiguar se está sendo cumprida a Lei Municipal 5490/2011, que regulamento os serviços de transporte individual de passageiros e de entrega de mercadorias. Ao mesmo tempo em que passou pelos pontos de mototáxi, o Setor de Fiscalização da Prefeitura fez blitzes para vistoriar documentação de mototaxistas, motofretistas e motociclistas em geral.<br />
Os mototaxistas que atuam em estabelecimentos na Avenida Presidente Vargas, nas Ruas José Bonifácio e Acampamento, no Bairro Rosário e próximo à Rodoviária foram os primeiros a mostrar a documentação, os veículos e os acessórios exigidos pela lei aos fiscais. A partir de agora, ações como essa podem acontecer a qualquer momento nos outros 87 pontos de mototáxi.<br />
O secretário de Controle e Mobilidade Urbana, Marcelo Bisogno, enfatiza que a ação é uma oportunidade para os profissionais que não estão legalizados buscarem a regularização. Bisogno diz que a maioria desses trabalhadores está cadastrada. Com as fiscalizações nos estabelecimentos e as blitzes, a Prefeitura pretende chegar o mais próximo da totalidade.<br />
“Nunca houve fiscalização antes. É a primeira vez que fazemos e a qualquer momento faremos em outros locais. Nosso objetivo não é multar, mas legalizar. Quem não estiver legalizado, será notificado e terá um prazo de 15 dias para regularizar sua situação”, explicou Bisogno. O secretário disse, ainda, que a Lei Municipal 5490/2011 está em conformidade com legislação federal, que exigiu dos municípios um posicionamento em relação à atividade de mototáxi. “Optamos pela legalização da atividade”, observa. Após a aprovação da lei, houve um prazo de seis meses de adequação. Agora, e início da fiscalização.<br />
No município, cerca de 1100 pessoas dependem exclusivamente da motocicleta para trabalhar. Desse total, 250 estão regularizados e outros 520 já entraram com processo para atuarem legalmente. A Prefeitura estima que mais de 70% do total desempenha a função de mototaxista.</p>
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		<title>Quem fiscaliza os postes?</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 01:30:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Itararé]]></category>
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		<category><![CDATA[prejuízos]]></category>

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		<description><![CDATA[A responsabilidade sobre a queda de sete postes de energia elétrica se transformou em um jogo de empurra-empurra ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14165" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Cópia-de-5a-postes-nova.jpg"><img class="size-medium wp-image-14165" title="Cópia de 5a postes nova" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Cópia-de-5a-postes-nova-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Na tarde de ontem, os funcionários da AES Sul ainda trabalhavam para reestabelecer a energia elétrica. (Foto: Gilvan Peters/A Razão)</p></div>
<p>Um dia após a queda de sete postes nas Ruas Sete de Setembro e Marechal Deodoro, e na Visconde do Uruguai, nos Bairros Perpétuo Socorro e Itararé, além dos prejuízos a moradores da região, permaneceu uma série de dúvidas ainda sem respostas. Afinal, de quem é a responsabilidade pela fiscalização das estruturas de madeira que sustentam as luminárias? A Razão buscou respostas junto à Prefeitura (duas secretarias), Ministério Público Estadual, Câmara de Vereadores e à própria à AES Sul, concessionária de energia elétrica. De concreto, apenas um pedido de informações encaminhado pela vereadora Helen Cabral (PT) à empresa de energia e ao Município.<br />
A busca por informações se transformou em jogo de empurra-empurra. Em um primeiro momento, pela manhã, a assessoria da AES Sul disse A Razão que só poderia responder aos questionamentos do Jornal na sexta-feira. No final da tarde, voltou atrás e informou, por meio de nota, que está substituindo 40 mil postes “em toda a área de concessão”, que abrange outros municípios, e, irá arcar com os custos dos prejudicados.  A empresa sequer informou quantos postes possui em Santa Maria, dado que nem a Prefeitura soube dizer. A Secretaria de Comunicação informou que a cidade tem 18 mil pontos de luz, mas o número de postes seria “bem maior”.<br />
A Secretaria de Controle e Mobilidade Urbana, que tem como uma de suas tarefas a fiscalização, jogou toda responsabilidade para a AES Sul. Ontem à tarde o secretário Marcelo Bisogno limitou-se dizer que não havia chegado nenhuma denúncia à Secretaria e que “é impossível fiscalizar todos os postes da cidade”. Questionado se caberia multa à AES Sul, Bisogno informou ter determinado ao superintendente de Fiscalização, Beloyannes de Pietro Junior, que estudasse o problema para, se cabível, tomar providências.<br />
O superintendente de fiscalização da prefeitura, Beloyannes de Pietro Junior, acredita que a responsabilidade seja da própria AES Sul. “Aquele que tem a competência de cobrar a taxa e realizar o serviço também deve fiscalizar. Em todas as leis municipais semelhantes a esta, em que já trabalhei, nenhuma tratava o Município como responsável. Nunca foi objeto da minha superintendência fiscalizar a AES Sul”, explicou o superintendente.<br />
O Ministério Público Federal informou que recebeu apenas um procedimento administrativo relacionada com postes. O procedimento diz respeito a um poste em más condições em frente à agência do INSS de Santa Maria, localizada na Rua Venâncio Aires, esquina com a Rua André Marques. O documento será encaminhado ao Ministério Público Estadual, para que a AES Sul tome as providências necessárias.<br />
No Ministério Público Estadual, segundo a Assessoria Jurídica da Promotoria Especializada, que cuida de questões de Defesa Comunitária, há apenas procedimentos administrativos devido à falta de iluminação pública. Até hoje, o MPE não abriu nenhum tipo de procedimento sobre queda de poste ou dano causado por poste. Geralmente o problema é solucionado entre o cliente e a AES Sul. No entanto, casos como o noticiado por A Razão na edição de quarta-feira, em que postes deteriorados, além de deixar clientes sem luz, causam danos em carros e casas, são diferentes e também poderiam ser analisados pela Defesa Comunitária. Contudo, essa promotoria especializada ainda está sem promotor desde a aposentadoria de João Marcos Adede y Castro. Por isso, não é possível instaurar nenhum inquérito a partir deste órgão.<br />
A chefe de Gabinete do Prefeito, Magali Marques da Rocha, tem uma postura clara sobre a questão de postes por empresas. Para ela, o Município deveria cobrar aluguel pelo uso do solo, posição que ela defendeu quando era vereadora na década de 1990. Também vereadores na época, Cláudio Rosa e Osvaldo Severo defendiam a mesma medida, mas projetos de lei propondo a cobrança foram rejeitados pela Câmara.<br />
A vereadora Helen Cabral protocolou ontem um pedido de esclarecimentos à empresa e a Prefeitura. “É uma coisa absurda, fica esse jogo de empurra e ninguém diz nada. Pedi urgência na resposta e espero que atendam”, disse Helen.<br />
A causa do incidente ainda não foi informada pela AES Sul.</p>
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		<title>Sete postes caem na Marechal Deodoro</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 00:32:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Rua Marechal Deodoro]]></category>
		<category><![CDATA[Rua Sete de Setembro e a Travessa Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Sete postes]]></category>

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		<description><![CDATA[Acidente deixou 117 residências sem energia e danificou dois carros estacionados na rua]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Letícia Sarturi Isaia*</strong></em></p>
<div id="attachment_14151" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/6A-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-14151" title="6A---------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/6A-2-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Os sete postes caíram como efeito dominó na Rua Marechal Deodoro, no final da tarde de ontem  (Foto: Gilvan Peters/A Razão)</p></div>
<p>O final da tarde de ontem trouxe uma surpresa incômoda  para os moradores da Rua Marechal Deodoro, entre a Rua Sete de Setembro e a Travessa Ferreira, na divisa entre os Bairros Perpétuo Socorro e Itararé. Por volta das 17h30, sete postes caíram, assutando quem reside ou passava pelo local. Além de 117 residências ficarem sem luz, dois carros foram atingidos e empresários instalados na localidade temiam danos.<br />
Conforme informações de testemunhas, o transformador de um dos postes teria explodido, provocando a queda. “Foram seis postes que caíram como efeito dominó”, comentou Luciano Jacques, 39 anos, sobre os primeiros postes que tombaram. Mais tarde, na presença da reportagem, outro caiu entre a Rua Marechal Deodoro e a Rua Visconde de Uruguai.<br />
O carro do servidor do judiciário estava estacionado em frente à sua casa e foi atingido por um dos postes. Durante a tarde, Jacques, que mora há cinco meses na região, fotografava os danos causados em parte do parachoque do Clio. “Para eventual prova”, diz o funcionário público, que pensa em buscar na justiça uma indenização. Apesar do prejuízo financeiro, ele lembra que a maior preocupação no momento do acidente foi com a segurança.<br />
Outro veículo atingido por um poste foi o do médico veterinário Rafael Zachow Barcelos, que possui uma clínica veterinária na Rua Marechal Deodoro. O poste danificou a frente do carro utilizado para serviços de transporte de animais e atendimento domiciliar. Barcelos estima que o prejuízo com o veículo seja de R$ 2 mil e  aponta que as vacinas dos animais podem ser afetadas. “Não imaginava que iria cair poste em dia sem vento”, disse.<br />
Reclamação &#8211; O médico veterinário lembrou que já tinha comunicado a AES Sul sobre as condições dos postes. A aposentada, moradora da região, Leci Pilunski, 75 anos, afirma ser uma das pessoas que também criticou a qualidade da madeira dos postes e do excesso de fios na rede.</p>
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		<title>O maior impacto da seca ainda está por chegar</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 01:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[prejuízo]]></category>
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		<category><![CDATA[transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[A falta de lucro no agronegócio devido à estiagem deve influenciar, negativamente, a economia gaúcha em 2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Ricardo Ritzel</strong></em></p>
<div id="attachment_14136" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/7A-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-14136" title="7A----------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/7A-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A quebra na safra do milho acarretará aumento no custo de produção de frangos, ovos e suínos e, consequentemente, no preço final pago pelo consumidor pelos produtos (Foto: Arquivo/ARazão)</p></div>
<p>Depois de quase 90 dias sem chuvas, ou com precipitações bem pouco significativas, os prejuízos e transtornos causados pela estiagem prolongada que se abate sobre o Rio Grande do Sul são destaques na imprensa nacional, e até mesmo internacional, principalmente pelas perdas do agronegócio.<br />
Estimativas para a safra 2011/12 de grãos no estado foram reduzidas sensivelmente. Ao todo, os produtores de feijão, milho, arroz e soja contabilizam perdas de produção de R$ 2,9 bilhões, de acordo com cálculos da Emater/RS e Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR).<br />
Na pecuária, a falta de chuva que assola o campo emagrece o rebanho a olhos vistos e limita a oferta de boi gordo para os frigoríficos, causando o temor de um quadro de escassez ainda maior a partir de março, quando inicia o período de entressafra. Assim como a quebra, quase que total, da safra de milho também refletirá, em efeito cascata, na alta dos preços de frangos, ovos e suínos.  E, sem entrar em maiores detalhes sobre os 332 município gaúchos com Situação de Emergência decretada e as cerca de 1. 800.000 pessoas afetadas diretamente pela seca, o pior da estiagem no Rio Grande do Sul ainda está por chegar a toda cadeia produtiva da economia gaúcha, atingindo também o comércio e a prestação de serviços da zona urbana da maioria das cidades gauchas, principalmente sobre aquelas onde o agronegócio é a atividade principal do município. E a causa será uma só: a descapitalização do produtor rural.<br />
“Com a chegada da época da colheita, geralmente realizada entre abril e maio, os agricultores e pecuaristas vão constatar uma diminuição sensível em suas receitas e, em alguns casos, até mesmo prejuízos devido à estiagem prolongada que hoje se abate sobre o estado. E isto vai influenciar toda cadeia econômica no Rio Grande do Sul e até mesmo nos resultados da safra 2012/2013, já que haverá redução no capital para investimentos”, ressaltou Lindonor Peruzzo, diretor presidente da Rede Peruzzo de Supermercados.<br />
Peruzzo também comentou que, hoje, a seca pouco afetou a oferta e o preço final da maioria dos alimentos: “Atualmente, o produtor de hortifrutigranjeiros se utiliza muito de sistemas de irrigação, fazendo que a seca não influencie nos preços. Eventualmente um ou outro produto poderá ter problemas, como o leite, um dos alimentos que houve um aumento de preço relacionado diretamente com a estiagem gaúcha”. No entanto, caso a situação da falta de chuvas se agrave, ele não descarta perdas, especialmente entre as variedades folhosas, o que impactaria os preços.<br />
O diretor presidente da rede de supermercados também analisou o caso da quebra da safra gaúcha de soja, e lembra que o preço do grão é determinado pelo mercado internacional e não pelos efeitos da falta de chuvas no estado.</p>
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		<title>Lazer para todas as idades e gostos</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 23:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os clubes oferecem oportunidade de descanso para os santa-marienses que estão na cidade durante as férias]]></description>
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<div id="attachment_14119" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Site-7a-geral.jpg"><img class="size-medium wp-image-14119" title="Site  - 7a - geral" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Site-7a-geral-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text"> O Clube Dores possui áreas de lazer diversificadas, de acordo com a faixa etária e a preferência de cada associado (Foto: Marcelo De Franceschi/ARazão)</p></div>
<p>Pedro  H. Pavan</p>
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<div>Fugir do calor e aproveitar as férias em família. Esse é o objetivo</div>
<div><span style="white-space: pre;"> </span>de grande parte dos santa-marienses que permanecem na cidade nessa época do ano.Os clubes oferecem diversas opções de lazer aos seus associados. As piscinas são o setor mais procurado pelos veranistas.</div>
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<div>“O pessoal procura mais pelas piscinas devido ao verão e o calor excessivo”, comenta o encarregado pela segurança do Clube Recreativo Dores, Marcelo Demétrio. O segurança explica que os espaços são divididos, na sua grande maioria, por faixa etária. “Temos o espaço kids para crianças de 3 a 7 anos, com brincadeiras de todos os tipos, sala de games para quem tem entre 8 e 14 anos, os próprios esportes que oferecemos são separados por idade para atender melhor o nosso público em geral”. O clube possui, ainda, salas de jogos com sinuca e ping-pong, e baralho para o público mais maduro. Outro esporte bastante apreciado pelo pessoal da maturidade é a bocha. Sócio do clube Dores há mais de 20 anos, o aposentado Darci Rocha de Lima, 70 anos, frequenta a cancha de bocha sempre que possível: “aqui eu me divirto, além de jogar, nado e faço sauna”. O aposentado acredita que durante o período de férias, a única solução para descansar melhor e aproveitar o verão seja os clubes recreativos: “até vamos a shoppings, mas aqui dá para vir de segunda a segunda que nos divertimos sempre”.</div>
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<div>Os pequenos são os que mais se divertem no período de férias. As piscinas, também, são divididas por idade para que as crianças e os pais possam aproveitar de maneira tranquila seu repouso. “É um espaço familiar que podemos todos nos divertir juntos”, disse o vendedor, Valdinei Fernandes, tio do pequeno Pedro Henrique Cortez. “Trazemos ele aqui, inclusive, durante a semana. Na cidade para fugir da rotina e do calor, só os clubes”, falou Viviane Cortez, mãe de Pedro Henrique.</div>
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<div>Outro local procurado pelos santa-marienses é o Avenida Tênis Clube. De acordo com o supervisor, Ênio Gomes, a estrutura é bem diversificada para atender a todos. “Temos espaços com churrasqueiras, salões de festa, jogos de todos os tipos, além das 4 piscinas”, explica. “Temos um pacote especial para as crianças. Todos os dias elas têm algo diferente para fazer. Acampamentos, aulas de jump, esportes, jogos aquáticos, todas essas modalidades acompanhadas de professores especializados”, enfatiza o supervisor.</div>
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<div>Para quem procura uma opção central, o Atlético Esporte Clube oferece uma estrutura com duas piscinas, academia de ginástica e ginásio esportivo. A funcionária do clube, Ana Molina, comenta sobre o movimento durante a temporada: “o foco maior aqui são as piscinas, os frequentadores querem se refrescar”.</div>
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<div>Um pouco mais afastado do centro, o Clube Atirador Esportivo oferece uma bela vista da cidade e dos morros que cercam o município. Com duas piscinas, cancha de bocha, campo de futebol sete e salão de festas, o associado tem a oportunidade de aproveitar o espaço, contemplando o cenário de Santa Maria.</div>
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