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Economia

Calor como aliado das vendas

Cresce a procura por ventiladores e aparelhos de ar condicionado

por A Razão em 05/01/2017 10:46

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Com o calor, a procura por ventiladores cresceu nos últimos dias (Foto: Gabriel Haesbaert / A Razão)
Com o calor, a procura por ventiladores cresceu nos últimos dias (Foto: Gabriel Haesbaert / A Razão)

As ondas de calor estão levando os consumidores a buscar alternativas para amenizar as altas temperaturas. Até o final deste verão, as empresas especializadas em ventiladores e aparelhos de ar condicionado devem igualar ou até superar o volume de vendas em relação ao mesmo período do ano passado.

O empresário Sérgio Kruger, da BMK, tem perspectivas de bons negócios e afirma que a variedade de ventiladores tem contribuído para as vendas, que têm sido positivas até o momento. “Esperamos aumentar as vendas em relação ao verão passado”, afirma.

Com dez marcas do aparelho à disposição, o ventilador de teto é o modelo mais procurado. Com relação às formas de pagamento, os clientes têm optado pelo pagamento com cartão e parcelamento em até três vezes.

O gerente da Deltasul, Fabrício dos Santos Ribas, destaca que, em relação aos aparelhos de ar condicionado, a procura maior tem sido pelos modelos de 12 mil BTUs, do tipo Inverter, mais eficiente que outros aparelhos.

“As vendas melhoraram nesta semana, pois o movimento estava mais fraco até o mês passado. O calor dos últimos dias tem ajudado a vender mais”, avalia. Ribas explica que os clientes têm o carnê como principal forma de pagamento, principalmente pela facilidade de negociação.

Consumidor deve ficar atento à conta de luz

Além do cuidado com o modelo e o preço do ventilador ou aparelho de ar condicionado, o consumidor precisa avaliar a eficiência energética do equipamento, o que pode resultar em economia também na fatura de energia elétrica.

O Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) utiliza uma etiqueta de eficiência energética, que mede o consumo dos produtos por uma classificação que vai de A, para os mais eficientes, até E, para os menos eficientes, e a indicação é que o consumidor opte pelos que tenham um menor consumo energético.

Para evitar sustos na fatura de energia elétrica, o programa também orienta para o uso racional dos equipamentos.

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