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	<title>ARAZÃO &#187; abelhas</title>
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		<title>Abelhas são retiradas de casa</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 04:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[abelhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Família da região Sul de Santa Maria convivia com enxame há três anos. Ele foi removido ontem]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1700" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2009/03/5-a.jpg"><img src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2009/03/5-a-300x200.jpg" alt="Colônia de insetos foi removida de telhado na manhã de ontem. Foto TV Pampa / A Razão" title="5-a" width="300" height="200" class="size-medium wp-image-1700" /></a><p class="wp-caption-text">Colônia de insetos foi removida de telhado na manhã de ontem. Foto TV Pampa / A Razão</p></div>
<p><strong>Lizie Antonello</strong></p>
<p>A apreensão que a família Bianchin vivia há anos chegou ao final na manhã de ontem. Um enxame com mais de mil abelhas africanas foi retirado do telhado da casa onde Ivomar Bianchin, 48, mora com a esposa, Marli Medianeira e a filha mais nova, Ivana Carla, 9, na Vila Urlândia, região Sul de Santa Maria. </p>
<p>A ação durou quase três horas e teve apoio do Corpo de Bombeiros que isolou a área e controlou o trânsito de veículos e pedestres no entorno da casa, que fica na Rua Irmão Robertão.</p>
<p>Segundo o apicultor que coordenou o trabalho, Pedro Elemar Miola, a operação é minuciosa, exige cuidado e paciência, mas é considerada simples. “Capturamos a abelha Rainha, que tem o dobro do tamanho das outras, e colocamos em uma caixa, todas as demais entram por conta”, explica Miola. </p>
<p>O dono da residência, protegido por roupas especiais, ajudou no processo. Cerca de 30 quilos de mel foram retirados, além de cera e própolis. O local foi limpo e dedetizado para evitar que um novo enxame se instale.<br />
Bianchin conta que só percebeu a colméia depois de quase um ano que morava na casa. Ele foi cortar o galho de uma árvore e descobriu que ela encobria a movimentação das abelhas, instaladas sob uma das telhas da residência. </p>
<p>As ‘hóspedes’, que, até então, não haviam demonstrado agressividade, passaram a atacar crianças da Escola Municipal Reverendo Alfredo Winderlich que transitam pela calçada. Ivana também chegou a ser picada. “As crianças puxavam os galhos para colher frutas e as abelhas atacavam”, relata Bianchin. Depois disso, o motorista procurou ajuda dos Bombeiros que indicaram o apicultor para retirar a colméia do local. </p>
<p>Segundo Bianchin, os muitos pedidos acumulados fizeram com que o ‘socorro’ demorasse em torno de um ano. Há três meses, Miola, foi verificar a situação. Ontem, ele voltou para atender ao chamado da família Bianchin. Os insetos foram levados para chácara próximo a BR 158, onde o apicultor cria abelhas desde 2003.<br />
O trabalho que não custou nada a Bianchin pode variar de R$ 50 a R$ 400, dependendo do local, risco e tamanho do enxame.</p>
<p><strong>Experiência</strong> &#8211; Ivomar, que nunca tinha sido ferroado, levou três picadas na mão ao auxiliar o apicultor. Mesmo assim, ele gostou da experiência. “Interessante trabalhar com abelhas. Me ofereci para ajudar o Pedro quando ele precisar”, conta o motorista.<br />
A partir de agora, ele vai poder receber Marliane &#8211; filha mais velha, grávida de três meses &#8211; com mais tranquilidade. “Ela sempre me pedia para retirar a colméia. Atendemos o pedido e ela vai poder vir sem medo na casa do pai”, afirma. “Vou guardar mel para o meu neto que está a caminho”, completa.</p>
<p>Cuidado &#8211; Conforme Miola, a espécie encontrada na casa de Bianchin é de abelhas africanas, existentes no Brasil desde 1935. Elas estão adaptadas ao clima e são consideradas domesticadas. Mas um ataque pode ser muito perigoso. “Elas atacam apenas quando são encomodadas, com barulho ou mexendo na colméia, mas todo cuidado é pouco”, alerta o apicultor.</p>
<p>A presença das abelhas na área urbana se deve a migração dos enxames, que partem de um lugar para outro em busca de alimento.</p>
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		<title>Morre idosa atacada por abelhas</title>
		<link>http://www.arazao.com.br/2009/03/23/morre-idosa-atacada-por-abelhas/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 04:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[abelhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Acidente aconteceu no dia 12 de fevereiro na área rural do município e atingiu seis pessoas da mesma família]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1664" class="wp-caption alignleft" style="width: 276px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2009/03/5a3.jpg"><img src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2009/03/5a3-266x300.jpg" alt="Plantação de melancias ficava próxima a criação de abelhas da família. Foto Arquivo / A Razão" title="5a3" width="266" height="300" class="size-medium wp-image-1664" /></a><p class="wp-caption-text">Plantação de melancias ficava próxima a criação de abelhas da família. Foto Arquivo / A Razão</p></div>
<p><strong>Lizie Antonello</strong></p>
<p>Depois de ter ficado 37 dias internada no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital de Caridade Doutor Astrogildo de Azevedo, em Santa Maria, Neuza Piccini Borges, 81 anos, morreu, às 5h30, do último sábado, 21.</p>
<p>A idosa foi uma das vítimas do ataque de abelhas, ocorrido no dia 12 de fevereiro, na localidade de Colônia Pedro Stoch, distrito de Boca do Monte. Ela, a filha Nara Adelaide Borges da Rosa, 46, e os filhos, Felipe, 16, e Paula, 11, estavam colhendo melancias na propriedade rural da família, quando os insetos atacaram. </p>
<p>De acordo com relato de Felipe, o enxame entrou na camioneta em que eles estavam dificultando a fuga. Mesmo assim, os dois jovens correram em busca de ajuda, enquanto Neuza permaneceu no carro. </p>
<p>Ela chegou a sair do veículo, deu alguns passos e se escorou em uma cerca. Nesse momento, Felipe já voltava para socorrer a avó. “Ela estava coberta de abelhas”, lembra Felipe. O adolescente tentou erguer a idosa nos braços, mas o novo ataque das abelhas fez com que os dois caíssem no chão. Foi quando o pai do jovem, Paulo Isnard Severo da Rosa, 51, e o outro filho Maurício, 21, chegaram ao local e conseguiram tirar os dois do lugar. A família foi socorrida por vizinhos e Corpo de Bombeiros.</p>
<p>Os seis foram hospitalizados. Os casos mais graves foram de Felipe, que levou cerca de 500 picadas, e de Neuza, que teve mais de 600 ferimentos pelo corpo, não resistiu e morreu. Segundo familiares, todo o tempo em que esteve no hospital, Neuza permaneceu em coma, primeiro induzido, depois natural. Conforme boletim médico, a morte foi por falência de múltiplos órgãos.</p>
<p>Na época, Felipe e a irmã Paula, que levou em torno de 200 ferruadas, também passaram pelo CTI, mas deixaram o hospital após três dias de internação. Maurício foi medicado e liberado no mesmo dia do acidente. Paulo e Nara também deixaram o hospital depois de alguns dias.</p>
<p>O corpo de Neuza foi enterrado às 17h, de sábado, no Cemitério Ecumênico Municipal.</p>
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		<title>Ataque de abelhas leva seis para o hospital</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 02:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[abelhas]]></category>
		<category><![CDATA[hospital de caridade]]></category>

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		<description><![CDATA[Incidente ocorreu por volta das 18h30 de quinta-feira em Boca do Monte. O estado de dois
deles ainda é regular
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Momentos de aflição e de terror. A família Borges da Rosa que se encontrava em férias em chácara na localidade de Estância Velha, distrito de Boca do Monte, teve o descanso interrompido por volta das 18h30 de quinta-feira devido ao ataque de enxame de abelhas africanizadas. As seis vítimas foram socorridos por vizinhos e pelos bombeiros.</p>
<p>Em função do incidente, duas das vítimas seguiam internadas em estado regular no final da tarde desta sexta-feira: a garota Paula Borges da Rosa, 11 anos, na CTI Pediátrica, e a avó dela, Neusa Picine Borges, 81 anos, na CTI Adulta. Eles estão no Hospital de Caridade, onde também ainda se encontram os pais da garota Paulo, 51, e Nara Adelaide, 46, e um dos irmãos Felipe, 16. O terceiro filho do casal, que também levou ferroadas, foi medicado e liberado no mesmo dia.</p>
<p>Uma das vítimas, o funcionário público Paulo, 51, conta que estava em Santa Maria quando recebeu ligação pelo celular com o pedido de ajuda. Ele diz que acabou levando ferroadas por quase todo o corpo ao tentar socorrer a sogra que estava caída perto da colmeia. “Já estou me sentindo bem melhor. Senão fosse a ajuda do pessoal do Posto de Saúde da Tancredo Neves e dos bombeiros poderia ter sido uma tragédia. Agora é torcer pela recuperação dos outros”, comenta.</p>
<p>“Coisa horrível. Nunca tinha visto nada igual. Quanto cheguei na casa, a Paula e o Felipe estavam do lado de fora, enrolados em lençol e pretos de ferrão. A primeira atitude foi levá-los até o Pronto Atendimento do Patronato que deu o devido encaminhamento aos dois”, relata o agricultor Leandro Gonçalves Borin, 28 anos, um dos vizinhos que correu para prestar socorro à família.</p>
<p>Até o socorrista dos bombeiros, Vanderlei Pereira da Silva,  um dos que atendeu a idosa, ficou impressionado com o número de abelhas e ferrões que retirou dos cabelos e corpo da vítima durante o trajeto de 20 quilômetros até o hospital. “A gente não sabe como ela suportou tanta ferroada”, comenta.</p>
<p>No momento do ataque dos insetos, eles colhiam melância em lavoura próximo a uma das quatro caixas com abelhas existentes na propriedade. Existe a possibilidade de que uma das frutas tenha rolado e batido na colmeia. Durante a tentativa de fugir da fúria dos insetos, a família acabou batendo a camioneta onde pretendia transportar a colheita e perdeu ainda  dois óculos de grau: um da idosa e o outro da esposa de Paulo. Nessa sexta-feira abelhas ainda continuavam agitadas.</p>
<p><strong>Ataques de abelhas</strong><br />
No mês de janeiro deste ano, os bombeiros atenderam a 617 casos de ataques de abelhas no Estado. Somente em Porto Alegre foram 125. Em 2008, foram atendimentos 5.698 casos de ataques desses insetos.</p>
<p>Na cidade, segundo o presidente da associação de Apicultores, Sílvio Lengler, ataques como o que ocorreu na última quinta-feira em Boca do Monte são raros.</p>
<p>Conforme Lengler, três fatores que podem ter contribuído para tal incidente: o fato da colmeia estar cheia de mel; estar instalada em local impróprio (perto de lavoura ou de residência, quando que o correto seria em mato afastado) e a variação de temperatura dos últimos dias.</p>
<p>“Em caso de um ataque, a vítima deve se jogar dentro de um local com água ou correr para lugar fechado”, recomenda.</p>
<p>O biólogo da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) de Porto Alegre, Rodrigo da Cunha, orienta as pessoas a tentarem manter a calma na hora dos ataques, que começam com poucas abelhas.</p>
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