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	<title>ARAZÃO &#187; escola</title>
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	<description>A Razão 76 Anos</description>
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		<title>Toda arte de fazer música em bandas</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 23:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bandas]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
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		<description><![CDATA[9º Encontro Regional de Bandas reuniu 13 conjuntos e mais de 500 participantes no campo da BM em Santa Maria]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_12906" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/7A-Banda-RAFAEL-DIAS-172-.jpg"><img class="size-medium wp-image-12906" title="7A- Banda RAFAEL DIAS  (172)---------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/7A-Banda-RAFAEL-DIAS-172--300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">A Banda da Escola Franscisco Brochado da Rocha, de São Sepé, fez a segunda apresentação entre as outras 10 bandas escolares do Encontro</p></div>
<p>Todo mundo sabe que a música é uma das mais complexas e completas manifestações artísticas da humanidade. Tanto que exige anos de estudos e décadas de dedicação para um completo domínio dos sons e sensações que são expressos por um instrumento. Neste sentido, a exigência é maior para quem é um músico de banda. Muito mais que compreender a música e tocar um instrumento, é necessária alta concentração coletiva, sincronismo nos movimentos de grupo e, é claro, talento para expressar emoções. Afinal, o significado de banda é simplesmente isto: puro sentimento.</p>
<p>Foi isto que aconteceu na tarde de sábado no Bairro Dores quando começaram a tocar os primeiros acordes da Banda de Música da Base Aérea de Santa Maria. Era senha para a comunidade se dirigir ao Estádio da Brigada Militar e assistir a abertura do 9º Encontro Regional de Bandas, promovido e realizado pela 8° Coordenadoria Regional de Educação.</p>
<p>E o público foi. Pai com filhos, avôs com netos, tias com sobrinhos, enfim, famílias inteiras prestigiaram o evento e aproveitaram a tarde de sábado com o melhor de 13 bandas de sete municípios da região, compostas por mais de 500 participantes entre instrumentistas, balizas, porta bandeiras e instrutores.</p>
<p>E foi na segunda apresentação da abertura do Encontro que este mesmo público demonstrou sua emoção quando a banda da 3° Divisão de Exército entrou no estádio fazendo evoluções e, na frente do público, os trombones de vara da banda regida pelo maestro Guerra saírem da formação e fazeram o solo de “Querência Amada”, Osvaldir e Carlos Magrão.</p>
<p>“Estes músicos da 3° DE são mais que uma banda. São uma orquestra sinfônica que anda”, enfatizou o funcionário público, Marcos Guedes, que levou seu filho, Maurício, de 8 anos, para conhecer um pouco mais de sua juventude. Guedes foi bumbeiro da Banda do Maneco na época de ouro das bandas santa-marienses, no final dos anos 1960 e inicio dos anos 1970, e o encontro regional serviu para reviver antigas emoções junto com a nova geração.</p>
<p>“As lições de vida e recordações de minha participação na Banda do Maneco são eternas. Tanto que hoje quero dividir estes mesmos sentimentos com meu filho. E, principalmente, ver e escutar a minha Banda dos dias de hoje. Eles são o máximo em tudo, além de serem um dos últimos remanescentes daqueles tempos em que a cidade, literalmente, parava para ver a banda passar”, concluiu. Guedes não se decepcionou. A Banda Marcial Manoel Ribas fez um espetáculo a parte nas apresentações e deixou o estádio aplaudida de pé pelo público presente.</p>
<p>E não é somente para Santa Maria e seu passado de grandes bandas que a participação nestes grupos é significativa. Para os estudantes que participam da Banda Marcial Tito Ferrari, de São Pedro, tocar no Encontro Regional é muito mais que apenas mais uma apresentação: “É o ponto alto do ano para nós. Se tudo der certo, se não houver nenhum erro, aí sim nos sentiremos muito mais que bem: o máximo” ressaltou o fuzileiro da Tito Ferrari, Mateus Santos, de 16 anos. A opinião de Mateus também é compartilhada por suas colegas porta-bandeiras e balizas, Cintia, Lilian, Pamela, Letícia e Daiane: “Além de participar da banda e desfilar, tem o companheirismo, as viagens, as novas amizades, as festas”, disseram quase que juntas.</p>
<p>Para a coordenadora regional de Educação, Celita da Silva, a importância desses grupos musicais no ensino é muito mais que o aprendizado de uma atividade artística. Tanto que o retorno da cadeira de Música nas escolas estaduais é dado como certo pela professora. “A música nas escolas reforça a autoestima dos estudantes, auxilia na concentração e no foco em atividades complexas, promove a disciplina, além de ser uma ótima atividade ocupacional e, até mesmo, reforça a saúde de todos os envolvidos”,</p>
</div>
<div id="_mcePaste">Conforme a coordenadora, na região de Santa Maria existem 15 bandas escolares em atividade, outras cinco em preparativos ou inicio de treinamento e outras 10 que estão desativadas. “Meu objetivo é reativar estas 10 e incentivar outras escolas para iniciarem suas atividades de ensino de música. Existem projetos do governo federal que preveem recursos para aquisição de instrumentos e contratação de instrutores, como o “Mais Educação”. Enfim, promover música nas salas de aula é promover vida”, concluiu Celita da Silva, coordenadora da 8° CRE e realizadora do Encontro regional de Bandas. Bravo.</div>
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		<title>Escola e álcool não combinam</title>
		<link>http://www.arazao.com.br/2011/10/26/escola-e-alcool-nao-combinam/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 01:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ALCOOL]]></category>
		<category><![CDATA[comissão]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[vereadora Maria de Lourdes Castro]]></category>

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		<description><![CDATA[Audiência pública debateu alterações do Código de Postura em relação à venda e ao consumo de bebidas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Maurício Dias</strong></em></p>
<p>O título acima até poderia ser o slogan de uma campanha contra o consumo de álcool dentro dos estabelecimentos de ensino e no entorno dos mesmos. Na verdade, uma das constatações da comissão presidida pela vereadora Maria de Lourdes Castro (PMDB) com o intuito de mudar dois artigos do Código de Posturas do Município no que tange o consumo e a venda de álcool, é que existem bares e distribuidoras de bebidas nas proximidades de praticamente todas as escolas municipais e estaduais, bem como no entorno do Centro Universitário Franciscano (Unifra).<br />
A urgência de discutir esse e outros temas motivou a realização da audiência pública, na tarde de ontem, na Câmara de Vereadores. Além da vereadora e dos demais integrantes da comissão, vereadores Jorge Ricardo Xavier (PRB) e Jorge Trindade (PT), compuseram a mesa de trabalhos a promotora Ivanise Jeann de Jesus, do Ministério Público, o delegado regional de Polícia Civil Marcelo Arigony, e o secretário de Município de Controle e Mobilidade Urbana, Marcelo Bisogno. Na plateia, representantes da Unifra, da Agência de Desenvolvimento de Santa Maria (Adesm) e donos de bares e distribuidoras de bebidas.<br />
A principal proposta é proibir a venda e o consumo de bebidas alcoólicas a uma distância de até 200 metros de proximidade de escolas, creches, hospitais e asilos. Apesar de o Código de Posturas, de 2002, prever a coibição da venda no entorno desses tipos de instituições, as ações feitas nesse sentido tem se intensificado apenas atualmente, com blitzes com a participação de todas as polícias e a não liberação de alvarás de funcionamento para estabelecimentos comerciais localizados nas proximidades de escolas.<br />
A alteração proposta pela comissão está relacionada com a regulação da venda e, também, do consumo –  que não estava especificado na lei. Como explica a vereadora Maria de Lourdes Castro, em 2004, houve inclusão das distribuidoras de bebidas. No entanto, como lembra a presidente da comissão, essa revisão não foi feita no Código de Posturas, que é uma legislação superior.<br />
A vereadora deixou claro que a proposta não é fechar todos os bares e distribuidoras de bebidas da cidade e que cada caso deve ser analisado individualmente. “Tem bares que são apenas noturnos, como o Bar do Pingo, e que não vendem bebida durante o dia”, comenta. Em conformidade com a vereadora, o secretário Marcelo Bisogno reforçou que a situação da Escola Edson Figueiredo é diferenciada, pois, o Absinto, por exemplo, também só abre à noite. Entretanto, Bisogno lembrou que as bebidas não são vendidas apenas por bares e distribuidoras, mas também por supermercados e outros tipos de estabelecimentos. “Não dá para passar uma régua”, referiu-se à necessidade de não generalizar os casos.<br />
“Com essa legislação não se pretende resolver todos os problemas do álcool em Santa Maria, mas sim afastar das escolas e hospitais. É uma única medida”, argumenta da promotora Ivanise Jeann de Jesus. A promotora lembrou ainda de outras ações que competem aos comerciantes como não servir aos cliente já alcoolizados e pedir o RG ao cliente. “Também frequento a noite e nunca vi ninguém pedir RG para quem aparenta ter menos de 18 anos”, lamentou.<br />
A argumentação dos vereadores e demais debatedores é que bares e distribuidoras nas proximidades de escolas estimulam o consumo precoce, além de provocarem problemas para o sossego público. O delegado Arigony também ponderou que o álcool é a porta de entrada para drogas ilícitas.<br />
Agora, a comunidade em geral tem até 15 dias para apresentar propostas e sugestões aos vereadores integrantes da comissão que apresentará a revisão do Código de Posturas. Após esse prazo, a proposição entrará em discussão e, posteriormente, em votação na Câmara de Vereadores.</p>
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		<title>Atestado médico pode servir de alerta</title>
		<link>http://www.arazao.com.br/2009/04/04/atestado-medico-pode-servir-de-alerta/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 03:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>

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		<description><![CDATA[Escolas não podem exigir comprovante e contam com a colaboração dos pais para certificar saúde dos filhos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1843" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2009/04/12a1.jpg"><img src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2009/04/12a1-300x224.jpg" alt="Marcela Almeida (à direita) descobriu que tem problemas cardíacos a partir do pedido da escola.Fotos Divulgação/A Razão" title="12a1" width="300" height="224" class="size-medium wp-image-1843" /></a><p class="wp-caption-text">Marcela Almeida (à direita) descobriu que tem problemas cardíacos a partir do pedido da escola.Fotos Divulgação/A Razão</p></div>
<p><strong>Lizie Antonello</strong></p>
<p>A família de Marcela Almeida, 11, levou um susto na última quinta-feira, 2. Mãe e pai descobriram que a filha pode ter problemas cardíacos. </p>
<p>A notícia veio do cardiologista, mas teria partido de um pedido da Escola Estadual General Edson Figueiredo, onde a garota estuda. Segundo o pai, Marcelo Almeida, 36, na semana passada, a instituição pediu atestado médico aos alunos para que eles pudessem frequentar as aulas de Educação Física. </p>
<p>Para atender a solicitação, a mãe da menina, Caci Antunes, 39, levou Marcela e o irmão, Mateus, 12, que também estuda na escola, a um médico conhecido da família. O profissional pediu um eletrocardiograma para certificar a saúde das crianças. O resultado do teste de Mateus foi normal. A<br />
surpresa foi o exame de Marcela que, conforme o pai, apresentou uma alteração. “Ele (médico) disse que ela tinha um sopro no coração e que não seria grave. Mas também indicou que poderia ter um bloqueio que pode ser mais sério”, relata o pai da garota.</p>
<p>Diante do quadro, o médico solicitou um ecocardiograma, exame mais aprofundado, para verificar a gravidade do problema. O procedimento já está agendado, será realizado no dia 8. Até lá, o pai vive dias de intranquilidade e expectativa. “Depois da notícia, não conseguia comer, nem dormir de tão nervoso que fiquei”, conta Almeida.</p>
<p>“Acho que a escola pediu o atestado em função da morte daquela menina no colégio (veja como foi o caso na página 13)”, considera.</p>
<p>A menina pratica ballet e nunca sentiu qualquer sintoma de doença cardíaca. Mas, o avô paterno morreu aos 55 anos em decorrência de um</p>
<p>Segundo o pai, se não fosse o pedido da escola, o problema da garota, não teria sido detectado.</p>
<p><strong>Solicitação</strong> &#8211; De acordo com a professora Luiza Helena Ponsi, do setor pedagógico da 8ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), décadas atrás, o pedido de atestado médico para prática esportiva era prache entre as instituições de ensino. Mas, atualmente, uma Lei federal diz que as escolas não podem exigir o comprovante. É a família que tem o dever de informar o colégio. “O que, geralmente, ocorre é o preenchimento de um cadastro no momento da matrícula, onde os pais prestam informações sobre a saúde dos filhos”, comenta a educadora. “Mas, muitas vezes, a família omite ou desconhece os problemas”, completa.</p>
<p>Ainda conforme a professora, algumas escolas particulares de Santa Maria estariam tomando a iniciativa de enviar os cadastros para a casa dos alunos.</p>
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		</item>
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		<title>Menino é agredido na escola</title>
		<link>http://www.arazao.com.br/2009/04/02/menino-e-agredido-na-escola/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 13:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Aluno do Ensino Fundamental de Santa Maria teve escoriações no rosto. Caso foi parar na polícia ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um menino de 11 anos foi agredido por colegas de aula na Escola Estadual Professora Margarida Lopes, onde cursa a 5ª série do Ensino Fundamental. O fato ocorreu na última segunda-feira, durante o intervalo, no pátio da instituição, que fica no bairro Camobi, região Leste de Santa Maria.</p>
<p>A mãe do garoto, que prefere ter a identidade preservada, conta que o filho tentou separar uma briga em andamento e acabou se envolvendo no tumulto. “Dois seguraram e um bateu”, reproduz a mãe.<br />
Ela diz que, mesmo machucado &#8211; ele teve escoriações no rosto -, o garoto teria sido impedido de deixar a escola pela direção e de ligar para a família. “Ele ficou duas horas em sala de aula todo machucado e sentindo dor. Quando chegou em casa estava com o rosto inchado, deformado, nem falava direito de tão nervoso”, relata a serviços gerais. </p>
<p>A criança foi levada ao Pronto Socorro do Hospital Universitário, onde fez raio x da face e outros exames que constataram apenas lesões na pele. Os médicos indicaram analgésicos e anti-inflamatórios. </p>
<p>No mesmo dia a mãe procurou a direção da Escola. De acordo com Maria Carmem Favarin Dalla Corte, diretora, cinco docentes estariam perto do local da confusão, mas não teriam conseguido conter os meninos a tempo. “Eles começaram com empurrões e chutes e depois se embolaram, isso chamou a atenção dos professores”, conta a educadora. Conforme Maria Carmem, dois meninos ficaram feridos na briga, o de 11 anos mais machucado do que o outro que tem 13 e “é mais forte”.</p>
<p>Esta não teria sido a primeira vez que o menino sofreu agressões. No ano passado a briga teria sido fora do prédio. “Me incomoda não ter sido avisada pela escola”, comenta a mãe. </p>
<p>A diretora diz que sempre que algo semelhante acontece, os alunos e pais são chamados, ouvidos e acompanhados pelo serviço de orientação educacional. “Não podemos suspender e nem tirar o direito da criança de assistir às aulas. Procuramos trabalhar junto à família para corrigir e evitar esses atos”, declara a diretora.  </p>
<p><strong>Proteção à Criança vai investigar agressão </strong><br />
O caso foi registrado pela família na Delegacia de Pronto Atendimento e encaminhado a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Conforme o titular, Márcio Schneider, a mãe que fez a denúncia e o garoto agredido devem ser chamados a prestarem depoimento nos próximos dias. “Cabe a vítima apontar os autores e decidir se quer processá-los”, esclarece o delegado. </p>
<p>Nesse caso, as outras crianças envolvidas &#8211; acompanhadas de seus pais &#8211; também serão ouvidas. O relatório tem 30 dias para ser concluído e os supostos agressores podem ser apontados como autores de ato infracional. Segundo Schneider, se o autor tiver até 12 anos, o relatório da polícia é encaminhado ao Conselho Tutelar, que toma as providências. “Crianças não cometem delitos”, comenta o delegado.</p>
<p>Se estiver na faixa entre 12 e 18 anos, ao Juizado da Infância e Juventude é acionado. A juíza recebe o caso, analisa e propõe uma medida sócio-educativa prevista no Estatuto da Criança e Adolescente. “A medida pode ser uma simples advertência verbal, reparo de dano, prestação de serviço à comunidade, semi-liberdade ou, em casos mais graves, internação”, explica Schneider. </p>
<p><strong>Está no ECA</strong><br />
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) foi criado em 13 de julho de 1990 e dispõe sobre seus direitos e deveres. São consideradas criança, para efeito de Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos.<br />
O Artigo 5º estabelece que nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.</p>
<p><strong>Escola realiza ato contra violência</strong><br />
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Élio Salles, de Júlio de Castilhos, realizará uma Caminhada pela Paz, na próxima quarta-feira, dia 8, às 9h.</p>
<p>A atividade faz parte do projeto &#8220;A Paz é fruto da Justiça&#8221;, que tem como foco a proposta da Campanha da Fraternidade 2009 – Fraternidade e Segurança Pública. O objetivo é discutir alternativas para a construção de uma Cultura de Paz e de Não-Violência.</p>
<p>A passeata vai percorrer a rua Osvaldo Aranha e as Avenidas Fernando Abott e Pinheiro Machado, até a Rua Coberta, onde haverá apresentações artísticas. Informações pelo telefone (55) 3271-2761.</p>
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		<title>Chuva derruba muro de escola</title>
		<link>http://www.arazao.com.br/2009/01/19/chuva-derruba-muro-de-escola/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 20:50:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[estragos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
A chuva de domingo literalmente levou por água abaixo móveis, paredes e até veículos, além de colocar dentro de várias casas em diferentes pontos da cidade uma mistura de barro e esgoto. Foram 43,9 milímetros de chuva, iniciada por volta das 19h, segundo a Central de Meteorologia da Base Aérea de Santa Maria (BASM). O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2009/01/6-chuva-escola.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-316" title="6-chuva-escola" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2009/01/6-chuva-escola.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a>A chuva de domingo literalmente levou por água abaixo móveis, paredes e até veículos, além de colocar dentro de várias casas em diferentes pontos da cidade uma mistura de barro e esgoto. Foram 43,9 milímetros de chuva, iniciada por volta das 19h, segundo a Central de Meteorologia da Base Aérea de Santa Maria (BASM). O mês já acumula precipitação de 127,5 mm, se aproximando da média histórica do mês de janeiro (145 mm). O Corpo de Bombeiros de Santa Maria registrou 30 atendimentos em decorrência das chuvas de ontem, em sua maioria em relação a alagamentos e inundação, nenhum referente a pessoas ilhadas.</p>
<p class="MsoNormal">A força da chuva fez parte do muro da Escola Estadual Marieta D’Ambrósio, que fica na Rua Tuiuti com Appel desabar. Foram cerca de sete metros de muro que interromperam a passagem de pedestres e parte da pista. Segundo a vice-diretora da escola, Adriane Guerra, lajes de concreto da quadra de esportes do colégio desmoronaram e um cano da Corsan ficou danificado. A prefeitura removeu os destroços de manhã, não houve vítimas e também não haverá maiores transtornos, pois a escola está em período de férias. “O que pode ter provocado a queda foi o acúmulo de água da chuva e sua força”, afirmou a vice-diretora à Rádio Santamariense.</p>
<p class="MsoNormal">O prédio da Receita Estadual, próximo ao Fórum, também teve prejuízos com a chuva de domingo. Uma parede de cerca de 2 metros e meio desabou no subsolo e a sala do arquivo da Receita teve as caixas onde estão os documentos molhados. “Na parede que desabou não foi feita a drenagem para impedir o excesso de pressão da água e, por isso caiu. Assim, terra e água entrou na sala do arquivo deixando uma lâmina de água de 5 cm”, afirmou o engenheiro da Defesa Civil, Júlio Uminski.</p>
<p class="MsoNormal">Segundo o Chefe da Defesa Civil, Cladmir Cordeiro do Nascimento, foram três os atendimentos feitos em relação à chuva. Dois foram de entregas de lonas nas vilas Lorenzi e Urlândia; o outro foi um chamado no campo do Imembuí para o resgate de duas pessoas que ficaram ilhadas no local e foram encaminhadas para o Albergue.</p>
<p class="MsoNormal">Na Rua General Neto e Fernando Ferrari, a força da água fez o asfalto ceder. Segundo Sílvio Souza da secretaria de Obras, a previsão é de que até o fim da tarde o problema esteja solucionado.<span>  </span><span> </span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Cascata de barro </strong></p>
<p class="MsoNormal">Os moradores da Rua adjacente à Euclides da Cunha, onde moram quatro famílias, toda vez que chove o problema é o mesmo: a água desce carregando barro e inunda as casas. Moradores do local há mais de 30 anos, Odilo dos Santos Flores, 75 anos, e Sílvia Flores, 74, reclamam que já perderam a conta de quantas vezes já foram reclamar para a prefeitura. “Tudo o que queríamos era algum asfalto nesse pequeno trecho, pois além da água entra terra nas nossas casas e fica tudo esburacado”, comentou Odilo. A chuva de domingo assustou Sílvia. “Alagou tudo ontem (domingo) e até me fez lembrar do temporal de Santa Catarina. A moradora da casa ao lado até desistiu de morar aqui, apesar de ter acabado de construir a casa porque sempre inunda aqui”, disse.<span>  </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Quando a rua se tornou um rio</strong></p>
<p class="MsoNormal">“Agora vou ter que comprar tudo de novo para elas”, comenta Robson Domingos dos Santos, 29 anos, sobre os brinquedos das filhas que foram estragados pela inundação causada pela chuva de domingo. A água invadiu a casa do morador, que fica na Rua Coronel Valença, na Vila Oliveira, e molhou sofá, caixas de som, os sapatos das filhas e da mulher que estavam no chão, além de outros móveis e eletrodomésticos.</p>
<p class="MsoNormal">“Cheguei a ficar com os braços doendo de tanto tentar empurrar a água para fora de casa, mas não pude conter a inundação. O sofá ficou em estado deplorável, mas perdi menos do que na última chuva forte, em dezembro.  Na época, todo o rancho se foi com a água e ainda o fundo de um armário que tinha acabado de comprar. Dessa vez deu para salvar geladeira e colchão”, lembra Robson, que mora no local há três anos e salienta que sua casa só começou a inundar depois do início das obras da prefeitura em sua rua.</p>
<p class="MsoNormal">Na casa ao lado, a madrugada de segunda-feira foi de limpeza da casa, já que a lâmina d’água atingiu cerca de 40 cm. “Erguemos todos os móveis e eletrodomésticos com tijolos com ajuda de vizinhos, pois tenho problema no braço e não posso fazer muito esforço. Na minha casa nunca tinha entrado água. Agora estou com a casa que é um chiqueiro, porque não era apenas água da chuva, mas também esgoto que voltava da boca de lobo que fizeram depois da última enchente – o que supostamente aliviaria esse problema de alagamento”, comentou Sali machado, 50 anos, que é vizinha de Robson e mora há 20 anos no local.</p>
<p class="MsoNormal">A moradora lembra que na tentativa de diminuir o fluxo de água com esgoto para dentro de casa, Sali e os vizinhos tentaram desentupir as bocas de lobo e se surpreenderam com a quantidade de lixo e até animais mortos que vinham por ali. “Só quero ver como vai ser no inverno” disse Sali. A vizinha dela, Neila Soares, 52, conta que durante o período mais intenso da chuva, a força da água até arrastou o carro que estava no pátio de casa. “A água só não entrou para a casa porque vedamos bem a porta, mas o carro tivemos que correr para ele não sair de casa. Na casa do meu filho, eles tiveram que colocar todos os móveis e víveres numa peça só, porque o resto alagou”, comenta a senhora que só pôde voltar para casa depois da Igreja após a chuva ter diminuído.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Solidariedade </strong>– A casa em que Alexandre Bueno, 31, mora com o filho e a mulher não chegou a ficar alagada, mas ele cruzou a lagoa que se formou no pátio de sua casa para ajudar vizinhos que tiveram mais problemas com a água. “Tivemos que abrir uma valeta nos fundos da casa da vizinha para que não inundasse a casa. Desde que começaram essas obras na rua, sempre que chove a rua se torna um rio. O pior é que não é só água da chuva, mas tem um forte cheiro de esgoto”, disse o morador da Rua Coronel Valença.</p>
<p class="MsoNormal">O presidente da Associação Comunitária da Vila Oliveira, Paulo Santos, ainda aponta a Rua Valenciano Coelho, como uma das afetadas pelas obras da prefeitura. “Eles passaram com carros pesados e rebaixaram a rua, que não é asfaltada. Agora ela é um rio”, comentou Santos, que já havia entrado em contato várias vezes com a prefeitura e as empresas encarregadas da obra na rua. A moradora do local, Andila Maria Sales Ignácio, 51, conta que é muito difícil sair com o carro e que nem bem a rua começou a secar para já se tornar um rio novamente.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>O que a prefeitura diz</strong></p>
<p class="MsoNormal">Em relação aos problemas nas Ruas Coronel Valença e Valenciano Coelho, o coordenador do PAC, Nabor Ribeiro, afirma que é a primeira vez que as reclamações de Paulo Santos chegam a ele, mas que em outras regiões da cidade também acontecem situações semelhantes. O coordenador já tem ciência do problema e hoje à tarde fará uma reunião com as empresas que fazem obras no local para chegarem a uma solução conjunta. Ontem ele já havia se reunido com outra empresas para resolver situações semelhantes de outros locais da cidade.</p>
<p class="MsoNormal"><strong> Previsão </strong></p>
<p class="MsoNormal">Ao contrário do temporal do dia 8 deste mês, que foi causado por uma área de instabilidade, este foi teve como motivo uma frente fria vinda da Argentina. A previsão da Central de Meteorologia da BASM é de que hoje o tempo fique nublado, mas sem chuva. Amanhã, o tempo já deve começar a esquentar gradativamente.</p>
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