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	<title>ARAZÃO &#187; filme</title>
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	<description>A Razão 76 Anos</description>
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		<title>Enfim, “o carteiro” chega, e ele próprio é a notícia</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:56:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Embora a apresentação fosse gratuita, uma semana antes, toda a comunidade já estava mobilizada pra buscar seu ingresso e, assim, garantir lugar no salão paroquial para ver as cenas gravadas na vizinhança]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13979" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1A-Segundo-.jpg"><img class="size-medium wp-image-13979" title="1A Segundo----------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1A-Segundo--300x114.jpg" alt="" width="300" height="114" /></a><p class="wp-caption-text">Público atento ao filme</p></div>
<p>Embora a apresentação fosse gratuita, uma semana antes, toda a comunidade já estava mobilizada pra buscar seu ingresso e, assim, garantir lugar no salão paroquial para ver as cenas gravadas na vizinhança. Todos queriam ver o lançamento de O Carteiro, filme de Reginaldo Faria, cujas gravações foram feitas em Vale Vêneto, em 2010. Uma hora antes do horário marcado, a movimentação era grande, e o salão comunitário estava, praticamente, lotado. Com entusiasmo de quem queria ver os locais e personagens conhecidos que figuravam na comédia romântica, cerca de mil pessoas de todas as idades, vindas dos mais diferentes recantos da Quarta Colônia, chegavam e iam logo tratando de adquirir seu pacotinho de pipocas para completar a alegria da expectativa da novidade.<br />
Embora já tivesse sido lançado em outros festivais brasileiros, para os quais foi selecionado, o longa, com direção de Reginaldo Faria, que a mais de 25 anos não dirigia nenhum roteiro, já decolou com o Kikito de Melhor Fotografia, no Festival de Cinema de Gramado, e com a distinção de Melhor Trilha Sonora e Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Cinema de Goiânia.<br />
Segundo Roberto Turquenitch, da TGD Filmes, a direção fez questão de que o primeiro lançamento para o público, fora dos festivais, em reconhecimento pela acolhida da comunidade, acontecesse no próprio local das filmagens. Ele diz que a recepção tida pela equipe em Vale Vêneto foi nota 10. E, se não fosse o apoio recebido de um grupo de empresários e das prefeituras, especialmente de São João do Polêsine e de Santa Maria, não haveria condições de levar adiante o projeto.<br />
A prefeita Denise Milanesi, depois de ver O Carteiro, diz que achou as imagens lindíssimas, o que justificou o Kikito de Fotografia de Gramado. Ela lembra que “se trata de uma história de amor sem maldade, com romantismo, e que para a região foi importante. Pois outros cineastas podem se interessar pelas paisagens daqui”. Segundo ela, a prefeitura colaborou com aproximadamente 25 mil reais e mais ajuda na infraestrutura necessária.<br />
O prefeito de Faxinal do Soturno, Clóvis Montagner, diz que “mostrar Vale Vêneto é importante por que muitas coisas nossas serão levadas a muitos lugares longínquos. Nossa tradição será levada pra longe daqui”.<br />
A empresária Marisa Bozeto, da Nova Palma Energia que, pela Lei de Incentivo à Cultura, disponibilizou R$ 275 mil para a realização do filme, diz que a região tem uma beleza que precisa ser mostrada para fomentar o turismo. E, segundo ela, “um nome consagrado como Reginaldo Faria pode levar o nome da Quarta Colônia para outros lugares. Por isso, apostamos no retorno do investimento. Nós, empresários, temos que apostar no turismo desta região que tem tantas belezas naturais”.<br />
Durante os 103 minutos de apresentação, muitas vezes os risos do público significavam que as cenas eram familiares, desde os cachorros que passavam na rua, as casas que serviram de cenário, os rostos do elenco de apoio, os lugares eram do seu dia a dia, e alguns figurantes que apareciam eram familiares. A cada uma dessas figuras conhecidas, a reação do público era de vibração.<br />
O senhor Túlio José Brondani e a neta Rafaela apareceram no filme. Seu Túlio, figura popular na região, diz que estava feliz por colaborar, mas lamenta: “pena que foi muito pouco tempo. Queria que fosse mais pra gente poder se ver bem”, diz com bom humor.<br />
A mesma opinião tem Vicente Cielo. Ele, que já morou por muitos lugares do Brasil, veio de Rondônia para passar uns dias com a família em Vale Vêneto, e assistiu atentamente O Carteiro. Diz que, pela movimentação que teve, ele esperava que o filme fosse melhor, talvez explorando mais personagens reais da própria região. “Muitas pessoas dispuseram horas de seu trabalho e suas vidas nas gravações e, no final, não apareceram no filme, ou apareceram apenas um segundo. Nossas paisagens são muito bonitas. Mas, sinceramente, eu esperava mais do filme”.<br />
Irmã Ana Roggia, da Casa de Retiros, nos seus 85 anos, foi cedo para o Salão Paroquial para conseguir um bom lugar, e comenta: “O que gostei mais foi das paisagens. Também nossa Igreja Matriz estava linda. Mas não percebi muita mensagem na história”.<br />
Responsável pelo controle dos hóspedes da Casa de Retiros Nossa Senhora de Lourdes, Irmã Valquíria Worst fez questão de salientar que “alguns méritos do filme é ter sido gravado aqui e a integração da equipe com a comunidade. Mas não podemos deixar de dizer que precisamos é de filmes que mostrem bons valores. Não de filmes que apresentem o sexo violento, como posse um do outro. Precisamos mostrar é a ternura, o companheirismo. Temos, sim, que educar para a ternura e para os bons valores. Temos que resgatar o que se está perdendo”, conclui a religiosa, dizendo que não tem medo de ser considerada cafona, retrógrada, por dizer isso.<br />
Também fizeram parte do elenco de apoio Gilmar Antonio Rosso e a filha Francesca. Ele salienta que, embora não tenha preparo para crítico de cinema, diz que participar, colaborar, se ver na tela, foi emocionante. Mas reconhece que “o filme significa a historicidade do Vale, que foi mostrado com seus costumes, valores, mas de uma forma bucólica”. Pai e filha estavam radiantes depois de verem e se verem n’O Carteiro.<br />
A engenheira Justina Piveta, que aparece numa cena do coral na Igreja Matriz, alegre com seu saquinho de pipocas na mão, diz que “o filme é leve, ao mesmo tempo poético e lírico. Os cenários são lugares por onde a gente passa e nem sempre se dá conta que são tão bonitos”. Luiz Piveta, o presidente da comunidade, diz que ficou contente por ver que o filme se preocupou em mostrar a cultura da região. Ele lembra que “o chimarrão foi mostrado, uma cantina de vinho, a música, etc, que caracterizam nossos usos e costumes”.<br />
Enfim, quase toda a comunidade, de alguma forma, se envolveu. E, com a peculiar solidariedade e colaboração próprias das pessoas do interior, os valevenetenses (?) foram hospitaleiros para com a equipe que chegava para fazer um filme no seu chão, entre seus morros.<br />
Romilda Rorato, do Restaurante da Romilda, estava feliz, pois foi ela que fez comida pra toda a equipe durante as filmagens. “então já estávamos acostumados com eles. Agora ver todos no filme é muito bom”, diz ela, alegre com o movimento no seu restaurante no dia do lançamento de O Carteiro lá no Vale.  O Carteiro Vítor, aliás Carlos Eduardo Faria, o Candé, o ator principal, foi abraça-la, entrou na cozinha e, entre panelas, disse que estava com saudade da comidinha caseira da ‘nona Romilda’.<br />
A propósito, antes da apresentação, Candé, que é filho do diretor Reginaldo Faria, lê a carta enviada pelo pai que, por problemas de saúde, lamenta não comparecer à apresentação do filme. Reginaldo diz que “durante o processo do trabalho, aos poucos o filme não era mais o que estava no papel. Era toda a comunidade, era todo o coração de Vale Vêneto batendo a cada tomada de cena”. E conclui: “Não sei se o que fiz foi satisfatório; sei que em cada cena dei o melhor de mim; em cada retirada, em cada corte, por questões de tempo, perdi o melhor de vocês”.<br />
O pedido de desculpa de Reginaldo se justifica, pois, pelos depoimentos da população, ficou claro aquele gostinho de quero mais. Eles queriam ver mais pessoas conhecidas aparecendo, por mais tempo no filme gravado no seu chão, nas ruas e montes do seu Vale.<br />
Para consolá-los, fica a esperança de que O Carteiro possa levar uma mensagem de provocação para mais um cineasta se aventurar na gravação de uma nova história, tendo cenários e figurantes de Vale Vêneto. Oportunidades não faltam, pois o longa já foi convidado também para se apresentar no Festival Internacional do Filme, na portuguesa Ilha da Madeira.</p>
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		<title>Pequeno balanço sobre 2011 e que nos espera em 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 23:47:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cinema - No ano que o 3D firmou-se, 2011 não teve um grande filme que se sobressaísse]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não concordo com nenhuma, mas gosto de listas. São parâmetros e servem como indicadores para mim. Se há uma unanimidade, logo desperta minha curiosidade caso eu não tenha assistido algum filme das listas. Ou então me consola quando defendo com entusiasmo alguma película que tenha me agradado.<br />
No ano que o 3D firmou-se como opção de diversão e emoção nas telas de Santa Maria, 2011 não teve um grande filme que se sobressaísse. Para o Brasil não foi um ano ruim. Muitos produtores voltaram seus olhos para o país e, quem sabe, ajudem na nossa produção. Aliás, a cena que mais me agradou foi em “Tropa de Elite 2”, um filmaço, melhor que o primeiro. Adorei a cena que o coronel Nascimento dá uma surra hercúlea num político corrupto. Pena que era ficção, mas como gostaria que fosse realidade ante tantos políticos salafrários e corruptos que infestam o país e que nos causam tanta vergonha. Em muitas sessões, o público aplaudia freneticamente. Pura empatia. “Tropa de Elite 2” foi lançado no final de 2010 e muita gente não incluiu na sua lista por este detalhe. A unanimidade nacional é “O Palhaço”, de Selton Mello.<br />
Continuando com o ufanismo, o melhor desenho foi “Rio”, de Carlos Saldanha. Um show de simpatia, humor e cores. Tenho boas razões para torcer por sua vitória no Oscar de 2012.<br />
Voltando às listas, é impressionante como os críticos brasileiros gostam de mostrar que são intelectualizados. A maioria destaca filmes que pouca gente assistiu, mas que não se enquadram como cinema popular. Então “A Pele Que Habito”, de Pedro Almodóvar; “Cisne Negro”, de Darren Aronofksy, “A Rede Social”, de David Fincher e “Meia-Noite em Paris” de Woody Allen são unanimidades. Todos excelentes filmes, mas destinados a um determinado tipo de público, mais informado.<br />
Eu sou do tipo que tem prazer de ver filmes bem feito. Gosto de filmes de arte, mas não descarto e adoro filmes que visem emocionar e divertir. Longe de mim esta história de só citar filmes difíceis para exibir inteligência ou gosto sofisticado. “Capitão América &#8211; O Primeiro Vingador” e “Thor” me conquistaram e estou ansioso para ver “Os Vingadores” que vai juntá-los a outros heróis como O Homem de Ferro, Hulk, Nick Fury, Viúva Negra e Gavião Arqueiro. Na linha de super-heróis é lógico que vou assistir “Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas Ressurge”. Cristhopher Nolan continua na direção e seus dois filmes anteriores foram os melhores sobre o homem-morcego.<br />
&#8220;Super 8&#8243;  J.J. Abrams foi a grata surpresa. Talvez por não ter nenhum super astro no elenco o filme foi assistido por pouca gente. Então não percam quando passar na TV ou loquem que vale a pena.<br />
Só não vamos exagerar. Numa lista onde os espectadores votavam, “Velozes e Furiosos 5” e “Transformers 3: O Lado Oculto da Lua”, foram escolhidos como os melhores filmes do ano.<br />
Para 2012, há promessas de muito relançamento. Todos em 3D com destaque para “A Bela e Fera”, “Titanic” e a saga de StarWars. Confesso que não entusiasmo. O objetivo é apenas multiplicar cifras.<br />
Para quem curte quadrinhos e adora suas adaptações para a tela, como eu, a expectativa é com “Os Vingadores” e o novo Batman. “A Era do Gelo 4” já está na minha agenda.<br />
Promessas de filas vão para “O Hobbit: Uma Jornada Inesperada”, “007 &#8211; Bond 23” e, principalmente, “A Saga Crepúsculo: Amanhecer &#8211; Parte 2”. Mas a grande promessa de filme arte com apelo popular é “O Artista”, de Michel Hazanavicius. Já é grande sensação na Europa e EUA. As apostas são muitas e deverá ser o grande vencedor dos principais prêmios do ano como o Oscar e o Globo de Ouro. O filme é quase todo mudo e em preto e branco.<br />
Que venha 2012 e que a profecia dos Maias não se concretize. Que sirva apenas para gerar produções emocionantes. Sejamos todos felizes como um grande filme de início, meio e final felizes.<br />
CINE MÚSICA – Todo sábado, na Rádio Universidade 800 AM, das 9 às 11 h, estou com o Renato Molina no Cine Música, que pode ser sintonizado também na Internet Acesse www.ufsm.br/radio e sejamos parceiros no mundo das trilhas do filmes.</p>
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		<title>Impossível só na quarta</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 23:55:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cinema - No filme, Tom Cruise fez as maioria das cenas perigosas ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13469" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1a-sexta-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-13469" title="1a sexta----------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1a-sexta-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">A nova trama mostra o agente secreto Ethan Hunt e seu time da força-tarefa como foragidos da justiça</p></div>
<p>Eu e minha família éramos fãs da série Missão Impossível, na televisão. Domingo à noite, no tempo da TV Gaúcha, era um programa que nos reunia em torno de tramas inteligentes sobre um grupo que aceitava missões mais incríveis e cada um tinha uma função específica dentro da tarefa sem que algum se sobressaísse. Adaptada ao cinema nos decepcionou. Não era mais um grupo que agia em conjunto, mas sim um super herói que tinha um grupo como suporte. As missões passaram a se centralizar em Ethan Hunt, o personagem de Tom Cruise. Talvez pelo nome do ator e pelo fato da nova geração não ter muito conhecimento da série, as adaptações à tela grande vêm fazendo sucesso.</p>
<p>“<strong>Missão Impossível 4 –</strong> Protocolo Fantasma”, de Brad Bird, deverá ter pré-estreia na quarta-feira. A nova trama mostra o agente secreto Ethan Hunt e seu time da força-tarefa Missão Impossível como foragidos da justiça. O filme começa com um fato que não aconteceu. Um atentado a bomba na Rússia acaba como o Kremlin. Hunt e seu time têm que aceitar uma missão onde eles serão acusados do atentado. Então eles precisam limpar o nome de sua agência quando o Presidente decreta o início do Protocolo Fantasma. Contando apenas com sua experiência e a ajuda do misterioso Brandt (Jeremy Renner), Hunt deve trabalhar fora do radar do Governo, que os acusa de serem terroristas tentando iniciar uma Guerra Nuclear. Segundo a produção do filme, Tom Cruise fez a maioria das cenas perigosas. Inclusive as que se passam no maior edifício do mundo, o Burj Dubai, nos Emirados Árabes.</p>
<p><strong>CINE MÚSICA –</strong> Todo sábado, na Rádio Universidade 800 AM, das 9 às 11 horas, estou com o Renato Molina no Cine Música, que pode ser sintonizado também na Internet Acesse www.ufsm.br/radio e sejamos parceiros no mundo das trilhas do filmes.</p>
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		<title>Quem resiste ao olhar pidão do gato?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 23:49:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Gato de Botas]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinema - O Gato de Botas é a estreia da semana ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>JAIR ALAN<br />
</em></strong><em>jairalan@smail.ufsm.br</em></p>
<div id="attachment_13273" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1a-sexta-.jpg"><img class="size-medium wp-image-13273" title="1a sexta----------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1a-sexta--300x175.jpg" alt="" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text"> No filme de Chris Miller é lógico que tem o famoso e irresistível “olhar pidão” e depois, com as botas, a transformação no valente e galanteador felino (Foto: Reprodução/A Razão)</p></div>
<p>Sou fã do Shrek e sua turma, mas achei que ele perdeu o charme quando ficou bonzinho. Não só eu, o mundo inteiro. Aí tentaram reativar seu lado assustador, mas virou um filme de aventuras deixando em segundo plano lado o Burro e o Gato que são as figuras mais engraçadas do filme. Para nosso deleite, resolveram dar um filme solo para o Gato de Botas. A história do felino malandro que dá golpes para ajudar seu dono é contada há muito tempo. Quando eu era criança, havia disquinhos coloridos com histórias. Eu ganhei a do Gato de Botas e era uma das minhas favoritas.<br />
É claro que nesta onda de inversão de valores não é de se esperar o conto de fadas como foi concebida por Charles Perrault. No filme, como em Shrek, há mistura com outras histórias infantis como o cabeça de ovo ou a galinha dos ovos de ouro transformada em gansa. Perrault havia concebido uma história amoral, já que seu personagem é um mentiroso e golpista.<br />
No filme de Chris Miller é lógico que tem o famoso e irresistível “olhar pidão” e depois, com as botas, a transformação no valente e galanteador felino. Ele parte em uma jornada heróica junto com o mentor Humpty Dumpty e com a conhecedora das ruas Kitty Patas Macias para roubarem a famosa Gansa que bota Ovos de Ouro. O gato é até um comedor de ogros. Claro que não é o Shrek, pois a história ocorre antes deles ficarem amigos. É um prequel, ou seja, como era antes aquilo que a gente já conhece. O trailer já agrada e promete ser um bom espetáculo. As crianças se encantam e os adultos se divertem.<br />
CINE MÚSICA – Todo sábado, na Rádio Universidade 800 AM, das 9 às 11 horas, estou com o Renato Molina no Cine Música, que pode ser sintonizado também na Internet Acesse www.ufsm.br/radio e sejamos parceiros no mundo das trilhas do filmes.</p>
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		<title>Uma boa hora para o terror</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 23:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cinema Chega a Santa Maria o tão esperado “Amanhecer – parte 1”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_13005" class="wp-caption alignleft" style="width: 293px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/1a-domingo-1.jpg"><img class="size-full wp-image-13005" title="1a domingo----------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/1a-domingo-1.jpg" alt="" width="283" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Bella Swan (Kristen Stewart) e o vampiro Edward Cullen (Robert Pattinson) casaram e viajaram para o Rio de Janeiro para sua lua-de-mel</p></div>
<p>Impressionante a mudança de valores que vem ocorrendo nos últimos tempos. Antigamente a gente torcia para que o mocinho enfiasse um pau no coração do vampiro para salvar a mocinha. Agora a gente torce para que o hematófilo chupe o lindo pescocinho da heroína e faça dela mais uma aberração. Que coisa!!</p></div>
<div></div>
<div>Já tenho os ingressos comprados para assistir “Amanhecer Parte 1”. Não pensem que estou ansioso para ver o filme, é que tenho uma filha que é apaixonada pela história e seus personagens. Pai sofre. Vou acompanhá-la mesmo salientando que, até agora, nenhum filme da série me agradou. Mas a gurizada ama e nem dá bola se o filme fizer presença em várias categorias do Framboesa do Ouro, aquele “prêmio” destinado aos piores do ano.</div>
<div></div>
<div>O nome completo do filme é “A Saga Crepúsculo: Amanhecer &#8211; Parte 1”, de Bill Condon. Bella Swan (Kristen Stewart) e o vampiro Edward Cullen (Robert Pattinson) casaram e viajaram para o Rio de Janeiro para sua lua-de-mel. A felicidade é interrompida quando uma série de traições e desgraças ameaça destruir o seu mundo. Bella descobre que está grávida e, durante um parto quase fatal, Edward realiza seu desejo de se tornar imortal.</div>
<div id="_mcePaste">Mas a chegada de Renesmee, sua filha, dá início a uma perigosa cadeia de eventos que coloca os Cullen e seus aliados contra os Volturi, o temível conselho de líderes vampiros, preparando o palco para uma grande batalha.</div>
<div></div>
<div>Mas isto fica para a segunda parte, prevista para 16 de novembro de 2012, já que a ordem principal é faturar uma grana alta nas bilheterias. Então dividam a história em dois lucrativos episódios. “Amanhecer” teve cenas gravadas no Rio de Janeiro em diversos pontos turísticos da cidade, como a Lapa, berço da boêmia carioca</div>
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		<title>Mosqueteiros tecnológicos</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 00:52:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mosqueteiros tecnológicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinema - Dátagnan, golfinhos e espíritos nas salas de exibições]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>JAIR ALAN<br />
jairalan@smail.ufsm.br</p>
<div id="attachment_12402" class="wp-caption alignleft" style="width: 234px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/10/1a-sexta-.jpg"><img class="size-medium wp-image-12402" title="1a sexta---------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/10/1a-sexta--224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">“Os Três Mosqueteiros”, de Paul W.S. Anderson, é uma das estreias</p></div>
<p>Acho uma temeridade mexer com clássicos e overdoses de inovações. Vi os trailers da nova versão de “Os Três Mosqueteiros”, de Paul W.S. Anderson. Achei um exagero. Há um ritmo de videoclipe e licenças históricas como o aparecimento de navios que voam com auxílio de balões tipo dirigíveis. Claro que se tenta recriar a história usando o que mais moderno há de tecnologia no século 21. Há acrobacias e tudo lembra um circo. Será que dá certo? Tenho minhas dúvidas. Ainda sou fã das versões de Richard Lester e a de George Sidney. Lester mostrou seus mosqueteiros fanfarrões, beberrões sujos e nada éticos. Sidney contou a presença de Gene Kelly, que transformou as lutas num verdadeiro ballet.<br />
O livro de Alexandre Dumas é um dos meus favoritos e já teve “n” versões, “n” adaptações e inspirou outras histórias envolvendo os filhos e até as filhas dos heróis. Tirando “O Prisioneiro da Máscara de Ferro”, todos os outros filmes foram sofríveis. Paul W.S. Anderson ficou famoso com a série Resident Evil estrelada pela sua mulher a atriz Milla Jovovich. Os dois estão juntos nesta nova versão.<br />
Tenho dúvida se alguém ainda não conhece a história de “Os Três Mosqueteiros”, que na realidade são quatro. O jovem D&#8217;Artagnan (Logan Lerman) e três lendários ex-mosqueteiros, Porthos (Ray Stevenson), Athos (Matthew MacFadyen) e Aramis (Luke Evans), devem se unir para impedir uma conspiração entre uma agente dupla e o Cardeal Richelieu (Christoph Waltz) que pode colocar a França em guerra contra a Inglaterra. Richelieu conta com a ajuda da perversa e misteriosa Milady De Winter (Milla Jovovich), a agente dupla, e o cruel Rochefort (Mads Mikkelsen). Uma das artimanhas é o envolvimento amoroso da Rainha da França, Anne (Juno Temple), com o inglês Duque de Buckingham (Orlando Bloom).</p>
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		<title>Capitão América no time dos Vingadores</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 04:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CAPITÃO AMÉRICA]]></category>
		<category><![CDATA[estreia]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinema  - Filme deverá reunir todos os super-heróis sob a liderança do personagem de Samuel L. Jackson]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11021" class="wp-caption alignleft" style="width: 435px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/07/1a-sexta-5.jpg"><img class="size-full wp-image-11021" title="1a sexta-----------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/07/1a-sexta-5.jpg" alt="" width="425" height="313" /></a><p class="wp-caption-text">Capitão América, com seu escudo indestrutível, parte para combater o mal sozinho</p></div>
<p>Agora não falta mais ninguém. Chega “Capitão América: O Primeiro Vingador”, de Joe Johnston. Com Thor, Homem de Aço e outros coadjuvantes, só resta esperar pela estreia de Os Vingadores, o que deverá ocorrer no próximo ano. O filme deverá reunir todos os super-heróis sob a liderança de Nick Fury, o personagem de Samuel L. Jackson, que aparece sempre no final dos filmes dos heróis convocando-os para o seu super time.</p>
<p>Há 70 anos, Joe Simon e Jack Kirby faziam nascer o Capitão América, mas a sua popularidade ocorreu nos anos 70/80. Não era um personagem que me fascinava. Aquela roupa inspirada na bandeira norte-americana me representava imperialismo em época que gente odiava os gringos por terem financiado o golpe de 64 e toda violência de estado que se seguiu. Depois veio o desenho animado (ou quase isso, as imagens eram muito estáticas) e algumas edições especiais. Perdi meu preconceito com o personagem.</p>
<p>Capitão América já ganhou quatro versões para a tela. A primeira foi em 1944. Duas versões foram feitas em 1979. Em 1990, “Capitão América &#8211; O Filme” fez os produtores temeram o fracasso e ele só não foi lançado nos EUA. Agora, sob o controle da Marvel, ganha uma versão caprichada. Joe Johnston é um bom diretor que gosta de mesclar humor nas suas aventuras. O personagem foi criado durante a Segunda Guerra Mundial, em março de 1941, como um símbolo de propaganda belicista antinazista. Os EUA ainda não haviam entrado no conflito. A primeira edição mostrava o herói esmurrando Hitler.</p>
<p>Chris Evans, com muita computação gráfica, aparece franzino como Steve Rogers, um rapaz de saúde frágil, que quer lutar na guerra, mas é recusado. Vai a vários postos de alistamento até ser notado pelo Dr. Erskine (Stanley Tucci) um cientista alemão que fugiu do nazismo. Ele convence o general Chester Phillips (Tommy Lee Jones) a fazer um experimento científico que deverá criar superssoldados. É a Operação Renascimento, onde um ser humano é bombardeado por raios-vita e ganha o corpo mais perfeito que um ser humano pode ter. Um deles é Steve que é posto no equipamento franzino e sai musculoso e forte. Um vilão faz uma sabotagem e o laboratório é destruído restando apenas o rapaz como resultado da experiência. Após meses de treinamento, ele recebe sua primeira missão como Capitão América e, com seu escudo indestrutível, parte para combater o mal sozinho e como o líder dos Vingadores. Seu maior inimigo será o Caveira Vermelha (Hugo Weaving).</p>
<p>A sinopse do filme não informa, mas nos quadrinhos, o Capitão América era preso num foguete, que deveria destruir a Casa Branca. Ele desvia a trajetória, cai numa geleira onde fica congelado. É reanimado muitos anos depois e descobre que Caveira Vermelha ainda anda aprontando muitas vilanias.</p>
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		<title>Bruxarias para salvar o mundo dos Trouxas</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jul 2011 02:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinema - Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2”, de David Yates, encerra a história dos bruxinhos mais queridos do cinema e da literatura]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10739" class="wp-caption alignleft" style="width: 350px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/07/1a-domingo-.jpg"><img class="size-full wp-image-10739 " title="1a domingo-------------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/07/1a-domingo-.jpg" alt="" width="340" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">A batalha entre o bem e o mal se torna uma guerra entre centenas de bruxos</p></div>
<p>Eis que chega o momento final da segunda mais longa franquia da história do cinema (só perde para 007). “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2”, de David Yates, encerra a história dos bruxinhos mais queridos do cinema e da literatura. Finalmente veremos a batalha de Harry Potter (Daniel Radcliffe) para destruir, de uma vez por todas, o mau puro que é Lorde Voldemort (Ralph Fiennes).</p>
<p>Foram lançados oito filmes baseados em sete livros de J. K. Rowling (Joanne Kathleen Rowling), em 10 anos. Harry Potter entrou no universo mágico aos 11 anos de idade. Nesse novo filme, ele tem 17. Sua responsabilidade aumentou. A maldade de Lorde Voldemort pode atingir o mundo dos Trouxas, aqueles que não são bruxos. Em “As Relíquias da Morte &#8211; Parte 1”, Harry e seus amigos Hermione Granger (Emma Watson) e Ron Weasley (Rupert Grint) haviam destruído três pedaços da alma de seu inimigo. Faltam quatro para serem encontradas e aniquiladas.</p>
<p>Harry continua sua missão para vingar a morte de seus pais e de todos os bruxos que cruzaram o caminho de Voldemort. A batalha entre o bem e o mal se torna uma guerra entre centenas de bruxos. Harry Potter precisa se apresentar para fazer o seu último sacrifício, enquanto o confronto final com Lorde Voldemort se aproxima (Leia mais na edição impressa).</p>
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		<title>Celebridade indesejada</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 01:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Mazzeo]]></category>
		<category><![CDATA[Cilada]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinema - O filme é baseado no programa Cilada, exibido pelo canal a cabo Multishow entre 2005 e 2009]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_10548" class="wp-caption alignleft" style="width: 164px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/07/1a-sexta-.jpg"><img class="size-full wp-image-10548" title="1a sexta------------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/07/1a-sexta-.jpg" alt="" width="154" height="103" /></a><p class="wp-caption-text">Bruno Mazzeo é o publicitário Bruno, que vê sua vida se transformar num inferno depois de ser flagrado traindo a namorada Fernanda</p></div>
<p>Eu sempre adorei comédias. Talvez tenha assistido tantas que as últimas produções não tenham conseguido me fazer rir. Geralmente as piadas são previsíveis. Os norte-americanos descobriram que escatologia faz muita gente rir. Então lhe dê piada com puns, perdigotos e vômitos. E tem gente que ri. E ri muito. E deixa milhões nas bilheterias.</p>
<p>O Brasil adota as piadas de mau-gosto. Em “Cilada.com”, de José Alvarenga Jr, uma das cenas “engraçadas” é de homens ejaculando no próprio rosto. Não vi a cena, mas não gostei e nem me inspira a vê-la. O filme é baseado no programa Cilada, exibido pelo canal a cabo Multishow entre 2005 e 2009.</p>
<p>Bruno Mazzeo é o publicitário Bruno, que vê sua vida se transformar num inferno depois de ser flagrado traindo a namorada Fernanda (Fernanda Paes Leme), durante uma festa de casamento. Por vingança, ela resolve colocar no YouTube da internet um vídeo seu transando com ele, que pagou o maior mico por causa de uma ejaculação precoce. As imagens viram um sucesso e Bruno uma celebridade, só que da pior forma possível. Isto faz com que ele vire alvo de piadas dos amigos de trabalho. Sua única saída é tentar provar para todo mundo que é bom de cama. Surge a ideia de recorrer a antigas namoradas e registrar tudo também em vídeo.</p>
<p>CINE MÚSICA- Todo sábado, na Rádio Universidade 800 AM, das 9 às 11 horas, estou com o Renato Molina no Cine Música, que pode ser sintonizado também na Internet Acesse www.ufsm.br/radio e sejamos parceiros no mundo das trilhas do filmes.</p>
</div>
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		<title>Muita ação e belas imagens no Verde</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 00:32:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[GRAVAÇÕES]]></category>
		<category><![CDATA[PASSO DO VERDE]]></category>

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		<description><![CDATA[Longa-metragem - O filme, dirigido por Tabajara Ruas, teve cenas gravadas no Distrito do Verde]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9684" class="wp-caption alignleft" style="width: 293px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/05/1b-segunda-.jpg"><img class="size-full wp-image-9684" title="1b segunda---------" src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2011/05/1b-segunda-.jpg" alt="" width="283" height="190" /></a><p class="wp-caption-text">O longa-metragem do diretor Tabajara Ruas foi gravado no Distrito do Passo do Verde na semana passada</p></div>
<p>Santa Maria serviu de cenário para mais uma grande produção nacional. O longa-metragem Senhores da Guerra, do diretor Tabajara Ruas, foi gravado no Distrito do Passo do Verde durante toda a semana passada.</p>
<p>O filme, que é baseado no livro de José Antonio Severo e narra a história verídica dos irmãos Júlio e Carlos Bozano, unidos por profunda amizade, mas que acabam se enfrentando em lados opostos na sangrenta guerra civil de 1924, conta com um elenco de atores como André Artech, Rafael Cardoso e Leonardo Machado.</p>
<p>A movimentação na cidade começou no dia 29 de março, quando foram ensaiadas as primeiras cenas do longa. As gravações, que estavam agendadas para o mês de abril, só foram realizadas em maio devido aos fatores climáticos. Produção, elenco e direção passaram uma semana gravando as externas da primeira parte do filme.</p>
<p>As cenas em Santa Maria reproduzem a Batalha do Passo das Carretas. O local foi escolhido devido às dificuldades que a produção encontrou para gravar no real cenário da batalha, o rio Camaquã. Segundo o autor do livro, José Antonio Severo, o que facilitou na hora da escolha foi a geografia do ambiente. “Os lugares são bem semelhantes, o rio Camaquã nasce praticamente ao lado do Vacacai só que um corre para uma bacia e outro para outra. Como sou da região fui o primeiro a ver o local e aprovei na hora” comenta Severo.</p>
<p>O envolvimento da região e da atual administração da cidade foi muito salientada pelo diretor Tabajara Ruas, que afirmou que o prefeito Cezar Schirmer irá participar de uma das cenas do longa. “A participação do governo Schirmer foi de grande importância para nossa produção. O prefeito sabe a importância de um filme como esse para uma cidade como Santa Maria, que é um dos municípios mais importantes do estado. Por ter uma característica cultural, Santa Maria pode sim ser transformada em um polo cinematográfico e certamente tem potencial para isso”.</p>
<p>Parceria que deu certo</p>
<p>Para participar da figuração do filme foram selecionados pessoas de Santa Maria e região. “As pessoas que estão figurando aqui estão dando um clima ótimo para as gravações, além da força de vontade elas nos mostram o conhecimento sobre esta história que é tão importante para nosso estado e pouco conhecida em nosso país, essa vivencia só está enriquecendo esta bela produção”, afirma o ator Leonardo Machado, que atua em um dos papéis principais do filme.</p>
<p>O também gaúcho Andre Arteche, que faz o papel de Carlos Bernardino de Aragão Bozzano, um dos irmãos Bozzano, reiterou a importância da região e da população na participação das gravações do filme. “O Rio Grande do Sul é rico em paisagens pra fazer esse tipo de gravação histórica e essa locação ficou muito fiel a real. “Estou muito contente com a participação de toda a comunidade de Santa Maria neste projeto. O filme está saindo com belas imagens, muita ação, muito romance, tem tudo para ficar uma boa história e ser um grande sucesso”.</p>
<p>Após finalizada as filmagens em Santa Maria, a equipe irá se deslocar para Porto Alegre onde grava ainda cenas internas da fazenda de Assis Brasil, localizada no Uruguai. A previsão é de que o filme comece a ser editado ainda no começo de 2012.</p>
<p>A história<br />
O filme é uma adaptação do livro homônimo do jornalista e escritor José Antônio Severo, publicado em 2000. A produção é ambientada na Revolução de 1923 e narra o conflito dos irmãos Bozzano, Julio Rafael Bozzano e Carlos Bernardino de Aragão Bozzano, que lutam em lados opostos, de chimangos e maragatos e mesmo assim, continuaram predominando seus laços de fraternidade. O longa-metragem tem a direção de Tabajara Ruas, direção de produção de Glauco Urbin e coordenação de produção de Elias da Rosa. O filme foi divido em duas partes, “Passo das Carretas” e “Passo da Cruz” que estão sendo gravadas ao mesmo tempo.</p>
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