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	<title>ARAZÃO &#187; petrobras</title>
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		<title>Petrobras está a caminho</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 03:58:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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		<description><![CDATA[Estatal prepara-se para construir polo de pesquisa sobre petróleos no campus da UFSM]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2919" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2009/08/14a.jpg"><img src="http://www.arazao.com.br/wp-content/uploads/2009/08/14a-300x200.jpg" alt="Centro de Estudos em Petróleos Extra-Pesados (Cepetro) será construído próximo ao Prédio 21. Foto Rafael Dias/A Razão" title="14a" width="300" height="200" class="size-medium wp-image-2919" /></a><p class="wp-caption-text">Centro de Estudos em Petróleos Extra-Pesados (Cepetro) será construído próximo ao Prédio 21. Foto Rafael Dias/A Razão</p></div>
<p><strong>Maiquel Rosauro</strong></p>
<p>A Petrobras escolheu Santa Maria para centralizar suas pesquisas sobre petróleos pesados e extra-pesados. Na semana passada, a Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec) lançou edital de contratação de empresa para a execução da obra de construção do prédio da Petrobras Química no campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A iniciativa tornará o município referência no setor petroquímico.</p>
<p>Desde 2004, o grupo de pesquisa formado pelos professores Érico Marlon de Moraes Flores (coordenador do projeto), José Neri Gottfried Paniz e Valderi Luiz Dressler (os três são pesquisadores do Departamento de Química, do Centro de Ciências Naturais e Exatas, da UFSM) possui atividades de cooperação e desenvolvimento científico em parceria com a Petrobras. Devido à qualidade dos estudos realizados pela instituição e da dimensão das atividades executadas ao longo deste período, a estatal propôs a criação de um centro de excelência no Rio Grande do Sul voltado para o uso de energias alternativas para o tratamento de petróleos pesados e extra-pesados produzidos no País.</p>
<p>“Para viabilizar a continuidade das pesquisas tornou-se necessário a expansão do espaço físico com a construção do prédio. Como benefício imediato, o centro irá permitir o desenvolvimento mais acelerado das pesquisas com a instalação de novos equipamentos e centralização das atividades na mesma área”, explica o professor Érico.</p>
<p>A data de abertura do envelope com a documentação das construtoras acontecerá no dia 19 de agosto. Caso nenhuma das interessadas apresente renúncia expressa a recursos da obra, o envelope com as propostas será aberto no mesmo dia. Do contrário, as propostas serão conhecidas apenas em 26 de agosto. A obra deve ter início tão logo seja contratada a construtora. O prazo para a execução é de no máximo nove meses. O prédio terá três andares e área aproximada total é de 1.130,00m².</p>
<p>O investimento total na obra é de R$ 1.129.700,17 e será financiada por meio de projeto específico pela Petrobras. A estrutura será construída próximo ao Prédio 21, onde hoje funcionam os laboratórios do grupo de pesquisa.</p>
<p>De acordo com o professor Érico, a iniciativa vai possibilitar o aumento e a qualificação das atividades, viabilizando novas parcerias entre empresas do setor petroquímico e a UFSM. “A instalação do polo da Petrobras dará maior destaque para Santa Maria por ter aqui instalado um centro de estudos em uma área ainda carente no Brasil, em que os grupos de pesquisa qualificados para tal ainda são muito reduzidos”, argumenta.</p>
<p><strong>Petróleo</strong><br />
É uma substância oleosa, inflamável, menos densa que a água, com cheiro característico e de cor variando entre o negro e o castanho escuro. Embora objeto de muitas discussões no passado, hoje tem-se como certa a sua origem orgânica, sendo uma combinação de moléculas de carbono e hidrogênio.Admite-se que esta origem esteja ligada à decomposição dos seres que compõem o plâncton &#8211; organismos em suspensão nas águas doces ou salgadas tais como protozoários, celenterados e outros &#8211; causada pela pouca oxigenação e pela ação de bactérias.<br />
<strong>Petróleo pesado</strong><br />
É todo petróleo com densidade superior a 0,92 e igual ou inferior a 1,00 (ou grau API* igual ou superior a 10° e inferior a 22°).<br />
<strong>Petróleo extra-pesado</strong><br />
É todo petróleo com densidade superior a 1,00 (ou grau API* inferior a 10°).<br />
*Escala utilizada para medir a densidade relativa de líquidos.</p>
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		<title>A Petrobras explora os consumidores</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 01:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal A Razão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cirilo Costa Beber]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[petrobras]]></category>

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		<description><![CDATA[Cirilo Costa Beber
Parece-nos que a nossa querida Petrobras passou a explorar o povo brasileiro!
Este é um fato que está ocorrendo há vários meses e que tantos prejuízos está causando à economia do país e a todos os consumidores dos derivados de petróleo. Todos sabemos que no mercado internacional os preços despencaram de US$140 o barril [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cirilo Costa Beber</strong></p>
<p>Parece-nos que a nossa querida Petrobras passou a explorar o povo brasileiro!</p>
<p>Este é um fato que está ocorrendo há vários meses e que tantos prejuízos está causando à economia do país e a todos os consumidores dos derivados de petróleo. Todos sabemos que no mercado internacional os preços despencaram de US$140 o barril para os atuais UR$50. Com isto, naturalmente, em todos ao paises, menos no Brasil, os preços  caíram para novos patamares. Nos Estados Unidos, o litro de gasolina é comprado na bomba ao valor correspondente a R$1,60, ou seja 30%  mais barato que no Brasil. Sendo que a renda do consumidor naquele pais é l0 vezes superior a do brasileiro. E vem José Sergio Gabrielli, presidente da Petrobrás. com a explicação de que a política de preços da Petrobras se baseia no preço de mercado (internacional) e da cotação do câmbio no país. Esse critério se justificaria se o Brasil fosse importador do produto que consome. Mas sabemos que isso não ocorre. Como várias vezes foi anunciado pela Petrobras, com a produção de 2 milhões diários de barris o país é, praticamente, autosuficiente em petróleo. Sendo assim, a fixação do preço deveria se basear nos custos de produção,  de distribuição e dos impostos correspondentes.</p>
<p>Outra incoerência, segundo penso, de Gabrielli, é afirmar que a Estatal que, no período das cotações altas do produto no mercado,  manteve os preços estáveis no país e, portanto, agora, a empresa está se ressarcindo dos prejuízos. Pergunto: que prejuízos se o lucro do ano passado (2008) foi de R$60 bilhões, ou seja 60% superior a de 2007? Que outra empresa tem um lucro semelhante? O Sr. presidente  informa mais que o preço da gasolina nas suas refinarias é R$1 e que o resto são custos de tributos, frete e lucro dos intermediários e, portanto, baixar o preço na refinaria muito pouco teria a ganhar o consumidor.</p>
<p>De todas as justificativas da Petrobras para não reduzir os preços dos combustíveis, vislumbra-se uma verdade não revelada pelos diretores da empresa: a Petrobras quer, a qualquer custo, manter seus astronômicos lucros  para fazer caixa para novos investimentos em plataformas, perfurações, transporte. novas refinarias e distribuição de dividendos aos seus acionistas. É justa essa política, mas também não pode sacrificar tanto esta geração. Prevê-se que Redução dos preços da gasolina e do diesel não é medida politicamente fácil de ser tomada já que vai estabelecer mais competição com o preço do álcool. O que interessa para nós, neste momento de crise para o país, é o barateamento dos custos das passagens de ônibus dos fretes e dos custos de produção. Por estes  motivos a luta  para baixar os preços dos combustíveis não deve cessar.   </p>
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